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	<title>Arquivos Adolescência - Dra. Carolina Ambrogini</title>
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	<description>Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 Aug 2019 18:14:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como aumentar a sensibilidade nos seios?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/como-aumentar-a-sensibilidade-nos-seios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os seios representam uma zona erógena importantíssima para a sexualidade feminina. Além de serem uma ferramenta de sedução, estão intimamente ligados ao prazer. Quer saber como torná-los mais sensíveis, criar maiores estímulos e até gerar orgasmos apenas pelos seios? A convite da revista Crescer, conversei sobre a sensibilidade dos seios e você pode ler a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os seios representam uma zona erógena importantíssima para a sexualidade feminina. Além de serem uma ferramenta de sedução, estão intimamente ligados ao prazer.</p>
<p>Quer saber como torná-los mais sensíveis, criar maiores estímulos e até gerar orgasmos apenas pelos seios? A convite da revista Crescer, conversei sobre a sensibilidade dos seios e você pode ler a matéria completa <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2019/08/como-aumentar-sensibilidade-nos-seios.html">clicando aqui.</a></p>
<p><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2019/08/como-aumentar-sensibilidade-nos-seios.html">Postado originalmente em minha coluna da Revista Crescer.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O uso do DIU é seguro em adolescentes?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/o-uso-do-diu-e-seguro-em-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 13:14:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dispositivos intrauterinos (DIUs) não têm contraindicação relacionada à idade das mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, eles são totalmente seguros para adolescentes. Depois da inserção, que deve ser realizada pelo ginecologista, você não precisará mais se preocupar com uma gestação por, pelo menos, cinco anos. Além disso, a taxa de eficácia é superior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dispositivos intrauterinos (DIUs) não têm contraindicação relacionada à idade das mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, eles são totalmente seguros para adolescentes. Depois da inserção, que deve ser realizada pelo ginecologista, você não precisará mais se preocupar com uma gestação por, pelo menos, cinco anos. Além disso, a taxa de eficácia é superior à dos contraceptivos de curta duração.<br />
Você ainda pode optar por um entre dois tipos de DIU: o de cobre e o hormonal. O primeiro tipo causa mudanças no tecido interno da parede do útero (endométrio), impedindo a fixação do óvulo no local. O segundo libera hormônio, que torna o muco cervical mais espesso e atrofia o endométrio, dificultando a passagem do espermatozoide e impedindo a fertilização.<br />
Mas, seja qual for o método contraceptivo adotado, é muito importante continuar a usar camisinha, pois ela também protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Converse com o seu médico a respeito!<br />
#saudedamulher #ginecologista #diu<br />
Referências<br />
http://bit.do/esg29 &#8211; acessado em 18/07/2018<br />
http://bit.do/esg3e &#8211; acessado em 18/07/2018<br />
http://bit.do/esg3i &#8211; acessado em 18/07/2018<br />
http://bit.do/esg3r &#8211; acessado em 18/07/2018</p>
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		<title>Gravidez não planejada</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/gravidez-nao-planejada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 12:57:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 55% das gestações no Brasil não são planejadas, embora exista uma grande variedade de métodos contraceptivos. Muitos estão disponíveis, inclusive, na rede pública. Os dados são da pesquisa “Nascer no Brasil &#8211; Inquérito nacional sobre parto e nascimento”, realizada pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz. O método anticoncepcional mais comum é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 55% das gestações no Brasil não são planejadas, embora exista uma grande variedade de métodos contraceptivos. Muitos estão disponíveis, inclusive, na rede pública. Os dados são da pesquisa “Nascer no Brasil &#8211; Inquérito nacional sobre parto e nascimento”, realizada pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.<br />
O método anticoncepcional mais comum é a pílula. Mas, existem outros que são pouco conhecidos pelas mulheres, como a camisinha feminina, o diafragma e o anel vaginal. Sendo que a camisinha também protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Há também métodos de longa duração, como os dispositivos intrauterinos (DIUs) e os implantes. Os implantes duram até três anos e os DIUs podem durar até 10 anos, dependendo do tipo escolhido (de cobre ou hormonal).<br />
Alguns métodos, como pílulas, implantes e DIU hormonal, podem diminuir o fluxo menstrual e, em alguns casos, até cessá-lo. Converse com o ginecologista para saber qual é a melhor opção para você.</p>
<p>#saudedamulher #ginecologista #contracepcao #gravidez</p>
<p>Referências<br />
http://bit.do/eshat &#8211; acessado em 23/07/2018<br />
http://bit.do/eshaJ &#8211; acessado em 23/07/2018<br />
http://bit.do/eshaM &#8211; acessado em 23/07/2018</p>
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		<title>Iniciando a vida sexual agora? 5 coisas que você precisa saber</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/iniciando-a-vida-sexual-agora-5-coisas-que-voce-precisa-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2018 18:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter responsabilidade e controle do próprio corpo é importante e ajuda a se prevenir de muitos problemas. Quando a menina inicia a vida sexual, esses cuidados são ainda mais necessários. Conhecer bem o próprio ciclo menstrual, prestar mais atenção no sinais que seu corpo dá, entender como se prevenir de uma gravidez indesejada e tirar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="article_small_desc">Ter responsabilidade e controle do próprio corpo é importante e ajuda a se prevenir de muitos problemas. Quando a menina inicia a vida sexual, esses cuidados são ainda mais necessários. Conhecer bem o próprio ciclo menstrual, prestar mais atenção no sinais que seu corpo dá, entender como se prevenir de uma gravidez indesejada e tirar dúvidas com um profissional de saúde para que você tenha uma vida saudável são alguns dos itens desse lista. Separamos 5 dicas que você precisa saber a partir de agora!</div>
<div class="article_desc">
<h2>Algumas doenças podem ser transmitidas através do sexo</h2>
<p><a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/dst-ginecologista-comenta-quais-sao-as-doencas-mais-perigosas-e-como-se-prevenir">As DSTs, como são chamadas as doenças sexualmente transmissíveis</a>, são complicações causadas por vírus, bactérias e outros microorganismos que são transmitidos durante a relação sexual sem proteção. Essas doenças possuem diferentes graus de gravidade e geralmente são manifestadas através de bolhas, verrugas, feridas, corrimentos <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/toda-mulher-tem-odor-vaginal-sera-que-eles-indicam-algum-problema-de-saude-veja-as-respostas-de-uma-ginecologista">e odor vaginal muito forte</a>. As mais conhecidas são: AIDS, HPV, herpes, tricomoníase, clamídia e gonorréia, mas também existem outros tipos.</p>
<p>Caso o parceiro esteja infectada e vocês não estiverem usando camisa, você também pode ser infectada. Por isso, o uso do preservativo é indispensável em qualquer relação sexual, tá?</p>
<h2>Existem diversos tipos de métodos contraceptivos</h2>
<p>Se você já foi ao ginecologista provavelmente ele já deve ter falado sobre a importância do método contraceptivo para prevenir a gravidez indesejada. <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/as-principais-duvidas-sobre-camisinha-respondidas-por-um-ginecologista">Existem métodos de barreira como a camisinha</a> e o DIU, pílula anticoncepcional, injeção anticoncepcional, entre outros. Converse com seu ginecologista e, juntos, vocês devem escolher o método mais indicado para o seu organismo e estilo de vida.</p>
<h2>O clitóris é responsável por potencializar o orgasmo feminino</h2>
<p><a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/o-que-e-o-clitoris-entenda-mais-sobre-essa-regiao-da-vagina">O tão falado clitóris é um órgão bem pequenininho localizado na abertura superior da vagina</a> e tem como única função dar prazer sexual à mulher. Ao ser estimulado, ele ajuda a estimular o orgasmo e fazer com que você chegue lá mais rápido. Então, agora é só localizá-lo e conversar com seu parceiro como ele pode te surpreender ainda mais.</p>
<h2>A higiene íntima após a relação sexual é fundamental</h2>
<p>Depois da relação sexual, o primordial é ir ao banheiro urinar, explica a ginecologista Carolina Ambrogini: “É necessário para  que possíveis bactérias que tenham entrado na bexiga durante a relação sexual sejam eliminadas, evitando um possível infecção urinária”. Se for possível, <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/saiba-por-que-e-importante-fazer-a-higiene-intima-apos-relacoes-sexuais">a médica também recomenda fazer uma higienização da área íntima após a relação</a>: “Deve-se lavar externamente com água, mas sem realizar a ducha vaginal, pois esta pode impulsionar bactérias sexualmente transmissíveis para dentro do útero”, alerta.</p>
<h2>Suas visitas ao ginecologistas precisam ser regulares</h2>
<p>Agora que você iniciou a vida sexual, ir ao ginecologista com regularidade torna-se mais importante. O exame preventivo feito pelo médico, por exemplo, é fundamental para prevenir o câncer do colo do útero e identificar possíveis DSTs.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo de dança empodera garotas</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/grupo-de-danca-empodera-garotas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2016 13:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[BDNT]]></category>
		<category><![CDATA[Bunda Dura Não Treme]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Ambrogini]]></category>
		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de suas próprias dúvidas e crises, a jovem curitibana Jade Quadros, de 22 anos, teve a força necessária para criar algo lindo: um grupo de dança empoderador. Com uma turma no sábado e outra no domingo, ela se encontra todo fim de semana com suas 50 alunas para, sim, dançar – mas, acima de tudo, trabalhar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://carolinaambrogini.com.br/grupo-de-danca-empodera-garotas/">Grupo de dança empodera garotas</a> apareceu primeiro em <a href="https://carolinaambrogini.com.br">Dra. Carolina Ambrogini</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de suas próprias dúvidas e crises, a jovem curitibana <strong style="font-style: inherit;">Jade Quadros</strong>, de 22 anos, teve a força necessária para criar algo lindo: um grupo de dança empoderador. Com uma turma no sábado e outra no domingo, ela se encontra todo fim de semana com suas 50 alunas para, sim, dançar – mas, acima de tudo, <span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">trabalhar junto delas questões como insegurança e consciência corporal.</span> A ideia é deixar claro que, seja na vida ou na dança, não existe certo e errado. Entre ballet, jazz, hip-hop, danças africanas e aulas de expressão corporal, desde os cinco anos de idade a dança faz parte da vida de Jade. Ela cresceu enxergando na atividade uma espécie de terapia. “Fosse quando eu estava muito bem ou quando estava muito mal, a dança sempre esteve ali, para me colocar em equilíbrio”, conta. Depois de uma viagem de estudos para Barcelona, onde conheceu a rotina de uma escola de dança tradicional, a jovem sentiu a cabeça dominada por preocupações. “Tinha que ser profissional e não que aproveitar. Era competitividade, julgamento… Quando voltei para o Brasil, fiquei em crise”, desabafa. O que pode parecer ruim para sua trajetória foi, na verdade, um ponto de reviravolta nessa história: foi a partir dessa desilusão que Jade criou o <a href="https://www.facebook.com/BDNTcrew/?fref=ts">BDNT</a>, grupo de dança que vem há pouco mais de um ano ajudando jovens de Curitiba a superar suas inseguranças.</p>
<p>“Na infância, meninos faziam judô e meninas faziam ballet. Pequena, eu comecei a dançar porque era obrigada”, conta <strong style="font-style: inherit;">Bárbara Puppi</strong>, hoje uma das alunas de Jade. “Não durou. Na adolescência, com filmes como <em>Step Up</em> e uma vontade de fazer algo ‘descolado’, eu voltei a dançar”. Sua segunda tentativa, no entanto, também durou pouco. Apesar de grande parte das experiências de Jade com a dança terem sido positivas, muitas meninas encontram nas aulas um ambiente opressor. “Muita gente conta que gosta muito de dançar, mas que, por não ter ‘corpo de bailarina’, foi ‘barrada’ desse universo”, afirma a professora. “No BDNT, o pessoal se dá essa nova chance, e a relação com a atividade muda.”</p>
<p>Não é à toa que a mudança acontece ali. Quando Jade decidiu levar a iniciativa adiante, o ambiente que escolheu para compartilhar a ideia foi um grupo no Facebook chamado <em>Love Yourself Today</em>, ou Ame a Si Mesma Hoje. “Eu não conhecia muitas meninas de lá, mas foi ali meu primeiro contato de verdade com o <a href="http://mdemulher.abril.com.br/tudo-sobre/feminismo">feminismo</a>. As meninas falavam sobre o que quisessem: impasses pessoais, divulgação de projetos… Eu me senti muito bem, e anunciei a ideia ali mesmo. Bombou. Várias meninas curtiram!”, relembra.</p>
<p>A liberdade e aceitação do espaço virtual provavelmente a inspiraram a fazer dos encontros analógicos, exclusivos para mulheres, algo igualmente empoderador. Estudante de psicologia na faculdade, Jade percebeu, desde a primeira aula do BDNT, que havia ali uma demanda além do ‘dançar como se ninguém estivesse olhando’. “Teve muito relato das meninas sobre como era estar ali, e eu vi que tinha esse lado psicológico – que eu precisaria ter um outro olhar, um outro cuidado”, explica. “Fui pedir ajuda para alguns professores de psicologia corporal, para saber se era certo o que eu estava fazendo. Fiquei bem preocupada”. O cuidado fez com que, de fato, os encontros fossem se tornando <em>muito</em> mais que meras aulas de dança. “Tem espaço para ouvir e ser ouvida”, conta a professora, orgulhosa. Além das conversas, também as decisões do grupo são bastante democráticas e horizontais: quando o assunto é decidir a data, o horário e a localização das aulas, todo mundo vota. E o valor é acessível, de R$65,00 por mês.</p>
<p>Na aula, as meninas circulam entre os vários universos da dança com que Jade teve contato ao longo da vida. <span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Cada encontro costuma conter aquecimento, alongamento, dinâmicas psicológicas (para confiança, segurança e relaxamento), respiração, coreografia, roda de dança e um último relaxamento.</span> Na hora de treinar a coreografia, a professora garante não ficar corrigindo ninguém. “Dança não é sobre certo e errado. Cada uma se move de uma forma, e não tem como mascarar isso”, esclarece Jade. Ao fim de cada aula, ela filma suas alunas, para que elas mesmas consigam analisar seus movimentos e corrigir o que julgarem necessário.</p>
<p>&#8220;As pessoas não entendem qual é o significado do grupo. É uma aula de dança e a gente grava vídeo &#8211; então, teoricamente, teria que ser perfeito, que estar muito bom, que agradar. Mas não é sobre isso&#8221;, opina sobre a reação a esses vídeos. &#8220;É sobre meninas que um dia tiveram o sonho de dançar e desistiram, mas que, hoje em dia, estão conseguindo realizá-lo. Meu papel é fazer as meninas entenderem que isso [os tais &#8216;errinhos&#8217; na coreografia] não importa. É difícil: a gente está se expondo. Mas é por uma boa causa.&#8221;</p>
<p>Quanto ao significado da sigla que dá nome ao grupo, naturalmente as pessoas também não costumam entender. &#8220;A gente não tinha nome, e, uma vez, durante um exercício para soltar o quadril, uma menina gritou: &#8216;Bunda Dura Não Twerka!&#8217;. Decidimos adotar. E também pode ser &#8216;Bunda Dura Não Treme&#8217;.&#8221;</p>
<p><a href="http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/m-trends/bdnt-grupo-de-danca-empoderador-da-forca-a-garotas-de-curitiba">Crédito do texto e da foto: M de Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais as perguntas que devo fazer ao meu ginecologista?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/quais-as-perguntas-que-devo-fazer-ao-meu-ginecologista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 19:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Ambrogini]]></category>
		<category><![CDATA[Cosmopolitan Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dúvida]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologista]]></category>
		<category><![CDATA[higiene íntima]]></category>
		<category><![CDATA[método contraceptivo]]></category>
		<category><![CDATA[perguntas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga da Universidade Federal de São Paulo, responde às dúvidas mais frequentes sobre sexo e saúde: O ginecologista, em muitas situações, acaba sendo o clínico da mulher, de forma que todos os aspectos da saúde feminina são relevantes para este profissional. As perguntas sobre o ciclo menstrual são as mais comuns, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Carolina Ambrogini, ginecologista e sexóloga da Universidade Federal de São Paulo, responde às dúvidas mais frequentes sobre sexo e saúde:</p>
<p>O ginecologista, em muitas situações, acaba sendo o clínico da mulher, de forma que todos os aspectos da saúde feminina são relevantes para este profissional. As perguntas sobre o ciclo menstrual são as mais comuns, já que a regularidade do ciclo, o volume do fluxo e a duração da menstruação, além dos sintomas pré-menstruais, são um bom parâmetro para uma avaliação do status hormonal e também da saúde dos órgãos reprodutores.</p>
<p>As questões sobre a higiene íntima, as secreções vaginais e técnicas de depilação também são importantes, pois não são assuntos muito comentados entre as mulheres, gerando várias dúvidas sobre o que é esperado, saudável e natural para fazer nesta região. Perguntas sobre uso de protetores diários, absorventes, coletores menstruais e sabonetes íntimos também devem ser feitas se houver dúvidas, já que para cada produto existe uma recomendação diferente. As mulheres geralmente têm muitas dúvidas sobre os métodos contraceptivos, e elas devem ser tiradas na consulta. Cada método tem a sua particularidade, e saber sobre as interações deles com outras doenças, efeitos colaterais, facilidade de uso, etc, são informações muito importantes para o uso adequado.</p>
<p>Para as que estão preocupadas com a fertilidade futura, perguntas sobre a idade recomendada para engravidar, interações com o tabagismo e hábitos de vida são relevantes para um planejamento do futuro reprodutivo. A sexualidade é outro tema para ser abordado na consulta médica. Apesar de muitas mulheres sentirem certa vergonha em tocar no assunto, o ginecologista está habituado a lidar com estas questões íntimas e pode ajudar em alguma dúvida ou dificuldade.</p>
<p>Créditos do texto e da foto: <a href="http://mdemulher.abril.com.br/saude/cosmopolitan-brasil/quais-as-perguntas-que-devo-fazer-ao-meu-ginecologista">Cosmopolitan Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://carolinaambrogini.com.br/quais-as-perguntas-que-devo-fazer-ao-meu-ginecologista/">Quais as perguntas que devo fazer ao meu ginecologista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://carolinaambrogini.com.br">Dra. Carolina Ambrogini</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5 dicas para ter uma primeira vez mais tranquila</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/a-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 12:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologista]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[primeira vez]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira vez 5 dicas para ter uma primeira vez mais tranquila 1 – A primeira e mais importante: tenha MUITA certeza de que chegou o momento certo e de que é O cara certo. Se tiver alguma dúvida sobre isso, NÃO transe! Sim, concordo que nem sempre a gente tem tanta convicção do que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify;">A primeira vez</h1>
<h3 style="text-align: justify;">5 dicas para ter uma primeira vez mais tranquila</h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">1 – A primeira e mais importante: tenha MUITA certeza de que chegou o momento certo e de que é O cara certo. Se tiver alguma dúvida sobre isso, NÃO transe! Sim, concordo que nem sempre a gente tem tanta convicção do que quer realmente, então, se for o seu caso, espere mais um pouco até ela chegar – ou não!</p>
<p style="text-align: justify;">2 – OK, o seu coração já tem certeza. Portanto, esqueça o medo. Afinal, se você está segura de que está fazendo a coisa certa e no momento certo, por que ficar com receio? A tensão só atrapalha, gera ansiedade e deixa você toda contraída. Resultado: as carícias, tão importantes para a lubrificação vaginal, passam quase despercebidas. É comum ouvir das amigas que &#8220;vai sangrar&#8221; ou &#8220;vai doer&#8221;. Mas se você estiver relaxada e excitada, curtindo a transa, pode até sangrar (um pouco), só que garanto que sem dor. E não interessa a posição! Porque a origem da dor nas relações sexuais, uma vez afastadas as causas físicas, é o medo.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Antes de transar, conheça o seu corpo. Ou seja: se olhe no espelho, se toque, se masturbe. Assim, você já vai conhecer o que te dá prazer, o que gosta e poderá falar para o seu parceiro. Ninguém tem bola de cristal para saber do que o outro curte. Se você mesma não souber, fica difícil as coisas fluirem. Sentiu um bloqueio? Se pergunte o porquê e saiba que a masturbação é algo íntimo e natural de qualquer ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Por favor, vá ao ginecologista ANTES e comece a tomar pílula ou injeção ou qualquer método anticoncepcional. Aprenda e cobre do seu parceiro o uso do preservativo. Não caia na lábia de homem, dizendo que ele vai &#8220;tirar antes de gozar&#8221;. Você é uma menina moderna, previna-se. Depois, não venha me perguntar, desesperada, como saber se você estava ovulando ou não no dia em que transou. Transar significa ser responsável – e se você fez essa opção tem de arcar com as consequências. Isso não é papo de mãe não, mas de ginecologista calejada.</p>
<p style="text-align: justify;">5 – A primeira vez não foi tão boa? Não esquenta, não. Com jeito e experiência, tudo melhora. Siga essas dicas que a sua primeira vez será uma experiência positiva, que não causará medo nas próximas e só aumentará as chances de você ter uma vida sexual prazerosa e saudável.</p>
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		<title>Pílula do dia seguinte: tire suas dúvidas</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/pilula-do-dia-seguinte-tire-suas-duvidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2016 20:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[abortiva]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Ambrogini]]></category>
		<category><![CDATA[grávida]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[pílula do dia seguinte]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a pílula deve ser tomada? Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como a pílula deve ser tomada?</strong></p>
<p>Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a eficácia.</p>
<p><strong>A pílula funciona como um abortivo?</strong></p>
<p>Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozoide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.</p>
<p><strong>Preciso de receita médica para comprar a pílula?</strong></p>
<p>Sim, embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.</p>
<p><strong>Ela pode causar efeitos colaterais?</strong></p>
<p>Sim. O mais frequente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjoos para tomar ao mesmo tempo.</p>
<p><strong>Existe contraindicação?</strong></p>
<p>A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.</p>
<p><strong>Se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito?</strong></p>
<p>Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.</p>
<p><strong>Posso trocar a camisinha pela pílula?</strong></p>
<p>Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.</p>
<p><strong>A pílula do dia seguinte é também um método contraceptivo?</strong></p>
<p>Não. Como o próprio nome diz, ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas mulheres estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais.</p>
<p><strong>Mesmo tomando essa pílula é possível engravidar?</strong></p>
<p>Sim. Como todo método, há risco de falha. Como já foi dito, quanto mais cedo a pílula for tomada, maior a sua eficácia.</p>
<p><strong>O uso pode afetar o aparelho reprodutor? </strong></p>
<p>Pode. A curto prazo causa uma verdadeira revolução na produção hormonal da mulher. A longo prazo, depende da quantidade de vezes que a pílula do dia seguinte foi usada. Quanto mais frequente, maiores os riscos. Caso ocorra a gestação ectópica, a mulher poderá perder uma trompa e isso dificultará uma futura gestação.</p>
<p><strong>Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação? </strong></p>
<p>Não. Terá se protegido somente da relação que aconteceu antes de ter tomado a pílula.</p>
<p>Fonte: <a href="http://mdemulher.abril.com.br/saude/boa-forma/pilula-do-dia-seguinte-tire-suas-duvidas">M de Mulher</a></p>
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		<title>Biquíni molhado pode causar problemas ginecológicos</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/biquini-molhado-problemas-ginecologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 16:16:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[biquini molhado]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Ambrogini]]></category>
		<category><![CDATA[corrimento]]></category>
		<category><![CDATA[dermatofitose]]></category>
		<category><![CDATA[frieira]]></category>
		<category><![CDATA[praia]]></category>
		<category><![CDATA[sol]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afoitas por um novo mergulho e com poucas peças de roupas de banho disponíveis na mala, muitas mulheres descuidam da higiene do biquíni ou maiô e, principalmente, da secagem das peças. Como resultado, a saúde íntima fica exposta à ação de fungos, responsáveis por corrimento e, até mesmo, frieira. No verão, a infecção mais frequente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Afoitas por um novo mergulho e com poucas peças de roupas de banho disponíveis na mala, muitas mulheres descuidam da higiene do biquíni ou maiô e, principalmente, da secagem das peças. Como resultado, a saúde íntima fica exposta à ação de fungos, responsáveis por corrimento e, até mesmo, frieira.</p>
<p><strong>No verão, a infecção mais frequente e incomoda é a candidíase vaginal</strong>, causada pelos fungos <em>candida albicans</em> (o mais comum), <em>krusei</em> ou <em>glabrata</em> , que se proliferam após o uso de peças íntimas molhadas, roupas muito justas e sudorese intensa, em razão da formação de um ambiente úmido e abafado. “Estes fungos fazem parte da flora normal da vagina, mas apenas causam sintomas quando o ambiente é propício”, explica Carla Muniz Pinto, ginecologista. O problema ginecológico é caracterizado por corrimento branco, assim como coceira intensa, com vermelhidão e irritação local.</p>
<p>Além dos fatores relacionados ao clima, a candidíase tem relação com o aumento de estresse, queda de imunidade e uso de remédios, como anticoncepcionais e antibióticos. <strong>Mulheres que já chegaram à menopausa também estão mais vulneráveis ao problema</strong>, pois as bactérias de defesa da flora vaginal estão reduzidas.</p>
<p><strong>Outro problema típico da estação é a dermatofitose</strong>, também chamada <em>tinea</em>. Ela é resultado do mesmo fungo que atinge os pés e causa a frieira , mas se manifesta na região da virilha (<em>tinea crural)</em>. Seus sintomas são escurecimento da área, coceira e descamação da pele. Assim como a candidíase, o fungo também se prolifera em ambientes escuros e úmidos.</p>
<p>Os dois problemas são tratados à base de antifúngicos, aplicados em forma de cremes ou via oral, e antibacterianos específicos para cada caso. “Essas infecções vaginais são detectadas em 90% dos casos pelo próprio exame clínico, não necessitando de exames laboratoriais na maioria dos casos”, explica Carla.</p>
<p>Para se proteger e aproveitar a estação, o ideal é levar uma muda de roupas secas para a praia e piscina e não sentar-se na areia diretamente. Recomenda-se também nunca compartilhar sabonetes, peças íntimas e toalhas, além de usar roupas de tecidos leves, como as feitas de algodão, evitando látex, lycra e peças muito justas para não abafar a área.</p>
<p>Para completar, calcinhas não devem ser secas no banheiro, e sim em lugares abertos, arejados e ao sol. Também vale lembrar que o uso de protetores diários deve ser evitado ao máximo, pois não permite uma ventilação adequada da área, e o sabão utilizado para a lavagem das peças íntimas deve ser o neutro.</p>
<p>Crédito do texto e da foto: <a title="Biquini molhado pode causar problemas ginecológicos" href="http://saude.terra.com.br/biquini-molhado-causa-problemas-ginecologicos-conheca-os,bc8aa1066b52c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Terra</a></p>
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		<title>DST: tem que se cuidar</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/dst-tem-que-se-cuidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2014 20:55:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[camisinha]]></category>
		<category><![CDATA[DST]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está pensando ou já começou a transar, tem de andar com a camisinha na bolsa. Porque a gravidez não é o único motivo pelo qual a gente tem de usar anticoncepcional e preservativo, há outro que você obviamente já ouviu falar na escola: as doenças sexualmente transmissíveis. Mais conhecidas como DST, além de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está pensando ou já começou a transar, tem de andar com a camisinha na bolsa. Porque a gravidez não é o único motivo pelo qual a gente tem de usar anticoncepcional e preservativo, há outro que você obviamente já ouviu falar na escola: as doenças sexualmente transmissíveis. Mais conhecidas como DST, além de beeem chatas, elas podem causar problemas graves de saúde. E, como o próprio nome diz, elas são adquiridas por contato sexual.</p>
<p>As mais comuns são gonorréia, sífilis, herpes genital, HPV, hepatite B, linfogranuloma venéreo, cancro mole e, claro, AIDS. Fique sabendo que todas podem ser prevenidas com o uso de camisinha. Caso tenha dado mole, fique atenta. Sintomas como corrimentos na vagina e no ânus, ardência ou coceira (principalmente ao urinar ou na hora de transar) e feridas ou verrugas nos órgãos genitais precisam ser investigados: podem ou não ser DST.</p>
<p>O ideal mesmo seria marcar uma consulta com um ginecologista antes de iniciar a vida sexual, para tirar todas as dúvidas e começar a se prevenir. Sexo é bom, faz bem para a saúde – mas não tem por que correr riscos!</p>
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