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	<title>Arquivos Casamento - Dra. Carolina Ambrogini</title>
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	<description>Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 10 Aug 2024 00:14:46 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Pressão para engravidar atrapalha o sexo dos casais “tentantes”</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/pressao-para-engravidar-atrapalha-o-sexo-dos-casais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 00:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexo com hora marcada pode ser desanimador para muitos casais heterossexuais, ainda mais se houver a obrigação de acontecer em um determinando momento para não desperdiçar a chance de engravidar. Em meio a burocracias como tabelas de temperatura corporal, gráficos do dia fértil e testes de urina para detectar a ovulação… o desejo sexual é [&#8230;]</p>
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<p>Sexo com hora marcada pode ser desanimador para muitos casais heterossexuais, ainda mais se houver a obrigação de acontecer em um determinando momento para não desperdiçar a chance de engravidar. Em meio a burocracias como tabelas de temperatura corporal, gráficos do dia fértil e testes de urina para detectar a ovulação… <a href="https://carolinaambrogini.com.br/sem-vontade-de-transar/">o desejo sexual é o último a ser lembrado</a>. Aliás, as pessoas “tentantes” costumam ficar um tanto ansiosas e obsessivas quando o objetivo principal (senão exclusivo) do sexo é reproduzir &#8211; e essa pressão de “ter que dar certo” pode ser bastante intimidadora.</p>



<p>Quando um casal quer engravidar, a primeira recomendação é transar em dias intercalados (dia sim, dia não) durante a semana fértil. Nesta fase do mês, a pessoa com vagina teoricamente está ovulando. Mas a própria obrigação de ter relações… pode ser literalmente brochante. A situação piora quando a gravidez não vem após diversas tentativas e o casal inicia algum tratamento para infertilidade. Além de lidar com a frustração e a sensação de impotência, é preciso recorrer a aplicativos sobre ciclo menstrual, exames, medicações e “ordens” médicas.</p>



<p>Por exemplo: no coito programado ou na indução de ovulação por meio de medicamentos hormonais, ginecologistas obstetras monitoram o crescimento do óvulo para dizer a hora apropriada em que se deve ter a relação sexual. Sim, às vezes, a nossa prescrição para o casal é tão direta quanto “façam sexo amanhã de manhã, de preferências às 10h”. Infelizmente nem sempre a libido está disponível também…</p>



<p>Transar, de repente, se torna uma espécie de lição de casa em prol de um projeto de vida familiar. Em meu consultório, vejo com frequência como os tratamentos para engravidar podem gerar desgaste emocional e financeiro. São inúmeros exames (especialmente ultrassonografias em série) e alguns podem ser chatos, dolorosos ou constrangedores &#8211; caso do espermograma, em que o homem deve se masturbar no laboratório e ejacular em um potinho. E não existem garantias de sucesso (leia-se bebê a caminho).</p>



<p>É fundamental que o casal desenvolva intimidade sexual e seja capaz de levar o sexo agendado de forma lúdica e criativa, brincando com a situação para aliviar a tensão. Vocês podem ler um conto erótico antes para despertar a excitação, beijar bastante na boca, trocar massagens sensuais, usar estimuladores de mamilos e clitóris… “Sexo para engravidar” não precisa ser mecânico &#8211; tirar a roupa e abrir as pernas. Além disso, para que o casal permaneça unido neste momento difícil e cheio de expectativas, é essencial praticar também o “sexo por prazer” ao longo do mês.</p>



<p>Isso porque as pessoas “tentantes” tendem a ser tomadas por pensamentos negativos como: “Ela não me deseja em outras fases do ciclo menstrual? Sou um mero reprodutor?”; “Não sou mulher suficiente porque não consigo engravidar”; “Não sou viril o bastante para fazer filhos”. Então é comum que os conflitos apareçam e afastem o casal em um momento em que é de suma importância encontrar amparo na dificuldade de engravidar.</p>



<p>Caso apareçam problemas como disfunção erétil ou baixa de libido, o primeiro passo é sempre o diálogo. A comunicação do casal tentante é super importante, até para que os limites da outra pessoa sejam respeitados. Se a situação ficar crítica, vale buscar ajuda psicológica individual, de casal ou mesmo terapia sexual [nota da editora: entenda como funciona uma sessão]. Não à toa, muitas clínicas de fertilização oferecem este serviço: os tratamentos para a infertilidade costumam bagunçar não apenas os hormônios, mas também as emoções e o relacionamento amoroso.</p>
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		<title>Sexo pós-parto: muito cansaço e pouca libido?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/sexo-pos-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 22:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a vida sexual sofre interferências com a pressão para engravidar (no caso dos “tentantes”) e durante a gravidez, é no período pós-parto que o casal geralmente encontra as maiores dificuldades. O corpo da pessoa gestante se volta para as necessidades do(a) bebê, se transformando em “terra seca” para o exercício da sexualidade. Não sentir [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>Se a vida sexual sofre interferências com a pressão para engravidar (no caso dos “tentantes”) e durante a gravidez, é no período pós-parto que o casal geralmente encontra as maiores dificuldades. O corpo da pessoa gestante se volta para as necessidades do(a) bebê, se transformando em “terra seca” para o exercício da sexualidade. Não sentir desejo, vontade de transar ou se masturbar, é normal e temporário. E pode, sim, se estender para além da chamada quarentena ou resguardo.</p>



<p>Existem diversas razões fisiológicas e psicológicas para a <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/sexo-e-relacionamento/noticia/2019/11/e-normal-a-mulher-perder-o-desejo-sexual-apos-o-nascimento-do-filho-ck36bn3ue01lo01mqs7hi65ig.html">diminuição da libido no puerpério</a>. Em primeiro lugar, o nascimento da criança avisa o cérebro que aquela pessoa não deve engravidar novamente – é hora de cuidar e nutrir quem acabou de chegar ao mundo. Não à toa, o hormônio que proporciona a amamentação (prolactina) inibe a produção de estrogênio, responsável por deixar a vagina úmida e elástica.</p>



<p>Do ponto de vista médico, geralmente as relações sexuais com penetração são liberadas por obstetras em torno de 45 dias após o parto. Mas cada pessoa puérpera deve ser avaliada individualmente. Se a via de parto foi uma cesariana, é possível que ainda haja incômodo na região do abdômen por causa da cicatrização cirúrgica. Em caso de parto normal (vaginal), eventuais cicatrizes de lacerações naturais ou provocadas por episiotomia (corte no períneo) podem gerar desconforto no sexo – mas não devem sangrar!</p>



<p>Pessoas que amamentam costumam se queixar de ressecamento vaginal ou falta de lubrificação, o que pode levar à dor na penetração. Uma solução seria o uso de um lubrificante íntimo para ajudar e apimentar o momento, já que alguns produtos vêm com sabor e sensação de esquenta/esfria. Outras opções são hidratantes vaginais ou hormônios tópicos que não interferem na amamentação (requer prescrição médica). Também vale considerar o sexo sem penetração, afinal dá para ter muito prazer de outras formas.</p>



<p>Mas é fundamental dizer que a retomada da vida sexual após o parto ultrapassa as questões hormonais. O estranhamento com o próprio corpo, as mamas que pingam leite, as noites mal dormidas, o cansaço, a simbiose com o(a) bebê, as inseguranças relativas ao cuidado dele(a), os novos conflitos entre o casal, menos tempo para si e para a parceria… tudo isso colabora para a baixa libido no puerpério e, consequentemente, dificuldade de se excitar e lubrificar e chegar ao orgasmo.<br>A reaproximação sexual do casal deve ser gradativa e respeitar os limites de cada pessoa, ao invés de ser pautada por regras, prazos e pressões. É importante conversar sobre o assunto de forma leve, sem cobranças que atrapalhem (ainda mais) o clima. Nesta fase da vida, o sexo depende muito de uma reorganização da rotina e da disponibilidade mútua para criar um espaço de intimidade erótica. Não espere por um tesão espontâneo como no início do namoro…</p>



<p>Talvez um<a href="https://carolinaambrogini.com.br/3-ideias-de-vale-night-para-o-casal/"> vale night</a> (ou vale algumas horinhas) proporcionado pela rede de apoio? Ou assistir a uma série mais picante juntos depois que a criança dormir? A vontade de transar terá mais chances de surgir a partir de momentos em que o casal conseguir se curtir e conectar sem as conversas monotemáticas sobre o(a) filho(a). É natural que o relacionamento passe por um desequilíbrio com a chegada de uma criança, mas também é possível que &#8211; com paciência e resiliência &#8211; ele se ressignifique e saia fortalecido desse período.</p>
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		<title>Como fica a vida sexual durante a gravidez?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/como-fica-a-vida-sexual-durante-a-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 21:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de todos os tabus e mitos culturais, a gravidez é perfeitamente compatível com uma vida sexual saudável. Transar não faz mal para o bebê, por exemplo. A prática é segura e recomendada, salvo exceções como placenta prévia e risco de parto prematuro. O sexo (com ou sem penetração) reforça o vínculo do casal, a [&#8230;]</p>
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<p>Apesar de todos os tabus e mitos culturais, a gravidez é perfeitamente compatível com uma vida sexual saudável. Transar não faz mal para o bebê, por exemplo. A prática é segura e recomendada, salvo exceções como placenta prévia e risco de parto prematuro. O sexo (com ou sem penetração) reforça o vínculo do casal, a autoestima e o bem-estar da pessoa gestante… Afinal, orgasmos são bem-vindos em qualquer fase da vida.</p>



<p>No início da gravidez, o hormônio progesterona costuma ter uma influência negativa sobre o desejo sexual: ele gera sono excessivo, falta de energia, indisposição. Além disso, os episódios de azia e enjoos são mais frequentes e brocham mesmo… Paciência e diálogo são muito importantes para lidar com uma possível diminuição da libido. Ela é natural e tende a passar com o tempo.</p>



<p><strong><a href="https://carolinaambrogini.com.br/gel-de-testosterona-aumenta-o-desejo-sexual-das-mulheres/">Leia mais: Gel de testosterona aumenta o desejo sexual das mulheres?</a></strong></p>



<p>O hormônio estrogênio vai atuar no sentido oposto à progesterona, aumentando a vontade de fazer sexo. A vulva e a vagina também ficam mais vascularizadas (irrigadas de sangue) conforme o avanço da gestação, o que melhora a lubrificação e favorece a excitação. É comum que gestantes tenham maior sensibilidade íntima, mais prazer sexual e, consequentemente, mais tesão.</p>



<p>Em geral, o segundo semestre de gravidez é a fase ideal para o casal aproveitar uma “lua de mel” antes da chegada do bebê. As náuseas ficaram para trás, há mais disposição física e a barriga ainda não atrapalha muito no sexo. As posições sexuais preferidas das minhas pacientes (mulheres cisgênero) são “por cima” da parceria ou deitada “de lado” na cama. Vale testar as variações que não causam desconforto.</p>



<p>Algumas pessoas grávidas têm dificuldade de se sentir atraentes e sensuais, mas em meu consultório tento incentivá-las a curtir esse corpo com novas curvas – como mamas maiores. Se não for pela beleza estética, que seja pelo poder de gerar dentro de si um outro ser humano. A força de tamanha transformação merece ser celebrada. Essa energia de vida pode se refletir na sexualidade.</p>



<p>Por outro lado, existem parcerias que não conseguem acompanhar o ritmo ou ter desejo sexual pela pessoa gestante. Às vezes, associam a gravidez a uma espécie de momento sagrado e puro que “não combina” com sexo. Homens cisgênero podem ter medo de que a <a href="https://www.gineco.com.br/saude-feminina/gravidez/cuidados-na-gravidez/sexo-na-gestacao#:~:text=O%20sexo%20durante%20a%20gesta%C3%A7%C3%A3o,est%C3%A1%20abrigado%20dentro%20do%20%C3%BAtero.">penetração machuque o bebê</a>, algo que não acontece porque ele está protegido pelo saco gestacional, pelo líquido amniótico e pela espessa musculatura da cavidade uterina.</p>



<p>No terceiro trimestre, o volume e o peso da barriga já representam um incômodo maior entre quatro paredes. Aliás, saiba que ela pode endurecer em uma contração de treinamento logo após a pessoa gestante ter um orgasmo. Isso vale tanto para as relações sexuais quanto para a masturbação solitária. Mas não se preocupe: o estímulo não é constante para desencadear o trabalho de parto.</p>



<p>Todos os tipos de vibradores estão liberados, desde que não existam restrições de saúde. Lembre-se apenas de higienizar os produtos com água e sabonete para evitar infecções. O sexo é permitido até o final da gravidez, desde que não haja contraindicações médicas. Ele é uma importante ferramenta de união e cumplicidade do casal, pode ser praticado independente de penetração (caso ela seja desconfortável ou proibida).</p>



<p>Descobrir novas formas de prazer é sempre muito positivo – ainda mais antes do puerpério, uma fase difícil para a vida sexual. Bom, mas esse é o tema da minha próxima coluna…</p>
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		<item>
		<title>Relacionamentos após a chegada dos filhos</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/relacionamentos-apos-a-chegada-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 21:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sensação que sentimos ao ver a imagem da família do comercial de margarina é a de harmonia, talvez por isto nos venha à mente a ideia de perfeição. A palavra é linda, mas manter a harmonia em uma família não é algo tão simples, muito menos quando envolve a criação de filhos. O delicado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação que sentimos ao ver a imagem da família do comercial de margarina é a de harmonia, talvez por isto nos venha à mente a ideia de perfeição. A palavra é linda, mas manter a harmonia em uma família não é algo tão simples, muito menos quando envolve a criação de filhos.</p>
<p>O delicado equilíbrio de um casal é invariavelmente desestabilizado quando um novo integrante nasce, mesmo tendo sido este muito esperado. Todo um rearranjo de funções e códigos precisa ser feito para que surja de novo o equilíbrio.</p>
<p>Os papéis de pai e mãe vem impregnados de nossas próprias referências familiares e culturais nos transformando em pessoas diferentes daquelas que éramos. Por algum tempo, marido e mulher irão orbitar ao redor da criança, maravilhados com aquela intensa forma de amar e lentamente voltam a se olhar, a se reconhecer (ou não) como novos pares.</p>
<p>Não vou querer jogar um balde de água fria na família-margarina idealizada por nós desde sempre, acho que os filhos trazem um laço fortíssimo para o casal, mas seria muito romântica se negasse os conflitos que podem surgir com a chegada deles. É para se assustar? Não, querida leitora, é para ser realista e encarar esta nova fase com calma e naturalidade até que uma nova ordem se estabeleça. Todo casal tem seus pontos de desavenças e educar filhos exige muito jogo de cintura dos dois lados.</p>
<p>Saber que aquela harmonia é conquistada árdua e diariamente com muito diálogo, concessões e tolerância é sabedoria. Vá ao que é essencial para você, gaste sua energia em discussões por coisas importantes e releve as toalhas molhadas em cima da cama. Dê um pouco de liberdade para seu homem, não implique com o futebol e se permita momentos de diversão também. Vocês estão casados e não fundidos um ao outro, cada um precisa ter o seu espaço.</p>
<p>Algumas decepções podem aparecer com a nova conformação familiar. Ele não é aquele paizão que você imaginava? Tente ver o pai que ele pode ser, sem idealizações. Não ajuda com as tarefas de casa? Converse, neste mundo &#8220;moderno&#8221; em que a mulher também trabalha, não há vez para homem preguiçoso ou machão, sinto muito. Vocês só brigam? Faça primeiro uma reflexão sobre os seus pontos fracos e tente conversar ao invés de brigar. Escolha um momento de paz para esta conversa, assuma diante dele suas possíveis falhas e mostre-se aberta para acharem uma solução em conjunto.</p>
<p>Antes de desistir da relação, tente a terapia de casal. Com a ajuda de um terapeuta, a conversa é intermediada com mais neutralidade e várias técnicas podem ser utilizadas para que o casal se reencontre em meio às diferenças.<br />
O convívio diário não é tarefa fácil mesmo para um casal que se ama, mas o final feliz é possível sim, igualzinho aquele do comercial, talvez com uma maquiagem para esconder as olheiras&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quer sua libido de volta?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/quer-sua-libido-de-volta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 19:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a maioria dos casais, ter um bebê transforma completamente a vida. Tudo começa pelo número de vezes que você desperta – ele é muito maior do que os momentos em que você, de fato, dorme. Sentar-se à mesa para comer uma refeição quente parece um sonho. E basta um piscar de olhos para que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a maioria dos casais, ter um bebê transforma completamente a vida. Tudo começa pelo número de vezes que você desperta – ele é muito maior do que os momentos em que você, de fato, dorme. Sentar-se à mesa para comer uma refeição quente parece um sonho. E basta um piscar de olhos para que você e seu parceiro se peguem falando sobre a consistência do cocô ou quem será o próximo a trocar a fralda do bebê. Para as mulheres, as mudanças são ainda mais importantes e vão além da exaustão. “A <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dr-Domingos-Mantelli/noticia/2019/04/puerperio-o-que-pode-e-o-que-nao-pode-fazer.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">flutuação hormonal no puerpério</a> pode trazer uma leve tristeza. Ela precisa lidar com um corpo muito diferente daquele que tinha antes da gravidez, e há ainda a <a href="https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Amamentacao/noticia/2019/06/carlos-gonzalez-amamentacao-nao-deve-ter-regras.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pressão pela amamentação</a>. Além da responsabilidade de produzir o leite para alimentar o bebê, amamentar produz um hormônio chamado prolactina, que inibe a ovulação e, consequentemente, o desejo”, explica a ginecologista, obstetra e sexóloga <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carolina Ambrogini</a>, coordenadora do Projeto Afrodite, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e colunista da CRESCER, mãe de Marina, 11, e Victor, 10.</p>
<p>Por isso, é natural que fazer sexo não esteja na lista de prioridades do seu dia. Mais do que isso. Talvez ter relações com o parceiro demore muito mais do que os 40 dias recomendados pelo obstetra após o parto para a maioria das mulheres. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana, nos Estados Unidos, mostrou que, assim como cada gestação e parto são únicos, a recomendação para <a href="https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Pos-parto/noticia/2019/02/sexo-pos-parto-esqueca-quarentena-cada-mulher-tem-seu-tempo.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">a retomada do sexo também deveria ser</a>. “Há mulheres que se sentem prontas antes da ‘quarentena’ devido ao desejo pessoal e do parceiro, enquanto outras expressam dificuldades em retomar o sexo, incluindo queixas como dor e exaustão por causa dos cuidados com o bebê”, revela a cientista Andrea DeMaria, professora assistente da Faculdade de Saúde e Ciências Humanas.</p>
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</div>
<p>Foi assim com a líder de desenvolvimento de carreira Raquel Azevedo de Oliveira, 39 anos, mãe de Lorenzo, 3 anos. “A primeira transa aconteceu cerca de dois meses após o nascimento do meu filho. Eu estava com mais medo do que excitada. Era como se eu estivesse perdendo a virgindade novamente. Além disso, tinha uma carga física, de exaustão mesmo. Mas eu e meu marido estávamos com saudade um do outro e queríamos aquela aventura de adolescente: Olha, Lorenzo dormiu! Vamos aproveitar! Lembro que foi bem incômodo e pedi para ele parar algumas vezes”, conta Raquel.</p>
<p><strong>Novas formas de prazer</strong></p>
<p>Para a psicanalista Mariana Stock, fundadora do Núcleo de Sexualidade Positiva e Bem-Estar Prazerela, mãe de Maria Luiza, 6 meses, a sexualidade se transforma radicalmente após a maternidade, mas ela continua ativa. “Por isso, precisamos mudar a forma como enxergamos o sexo. Sexo não é sinônimo de penetração. Eu costumo brincar que esse é um ato de compaixão das mulheres. Ela tem de estar muito feliz e excitada para fazer aquilo pelo parceiro. E para isso, é preciso entender que nós, mulheres, temos uma vulva antes de ter uma vagina. Parimos pela vagina e, por isso, não dá para ter muita sensibilidade ali. A vulva é o nosso verdadeiro playground e é capaz de nos dar muito prazer”, explica.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-como-fica-o-sexo-depois-da-maternidade.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora: como fica o sexo depois da maternidade?</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-parte-2-o-cansaco-e-100-vezes-maior-do-que-vontade.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora &#8211; Parte 2: O cansaço é 100 vezes maior do que a vontade</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-parte-3-gente-nao-transa-mas-ainda-o-amo-ta-tudo-bem.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora &#8211; Parte 3: &#8220;A gente não transa, mas ainda o amo. Tá tudo bem?&#8221;</a></li>
</ul>
</div>
<p>O processo de redescobrimento do seu corpo e do seu prazer deve começar por você dentro do seu tempo e da sua vontade. “Em vez de pensar em sexo, procure pensar na sexualidade. Aproveite o banho, mesmo que rápido, para se tocar, se masturbar, sentir prazer sem estar relacionado ao outro. É como criar consciência que o seu corpo está ativo”, alerta Mariana.</p>
<p>Foi justamente o caminho que a personal organizer Débora Falangiel, 38 anos, mãe de Eduardo, 5, e Valentina, 2, traçou. Casada há 8 anos, a relação começou a esfriar após o nascimento do segundo filho. “Sinceramente, após um dia de trabalho dentro e fora de casa, a última coisa que eu pensava ao me deitar na cama era em sexo. Com o meu marido, acontecia o mesmo. Resultado: nos perdemos e ficamos sem transar por mais de um ano.</p>
<p>Quando percebi, já nem sequer nos beijávamos ou ficávamos próximos. A falta de sexo virou apenas uma das questões. As conversas eram sempre em torno dos problemas, da falta de grana, da rotina cansativa. Nosso casamento entrou em crise e percebi que precisávamos de ajuda. Procurei um psicólogo e uma terapeuta de casal. Aos poucos, fui entendendo que, antes do casal, eu precisava compreender todos os papéis que eu exercia: de mãe, mulher, profissional, amiga, dona de casa. A partir daí, passei a descobrir o meu corpo, e comecei a ler contos eróticos e a assistir a filmes para programar minha mente para <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/12/sexo-3-coisas-que-podem-ajudar-aumentar-libido.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ter desejo</a>. Também evitava discutir sobre problemas a qualquer hora do dia. Com certeza, isso salvou o meu casamento”, conta Débora.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-3509"><img decoding="async" title="cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02 (Foto: (Foto: Getty Images/Westend61))" src="https://s2.glbimg.com/Zo5uuVaTkaris59XW1ZYCxNFRKU=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2019/06/25/cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02.jpg" alt="cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02 (Foto: (Foto: Getty Images/Westend61))" /><label class="foto-legenda"> (Foto: Getty Images/Westend61)</label></div>
<p><strong>Eles também sofrem</strong></p>
<p>É fato que muitos homens experimentam a mesma dificuldade. O médico Lee Gettler, da Universidade Notre Dame, em Indiana, nos Estados Unidos, descobriu que a testosterona, hormônio masculino, diminui em até 34% nos homens quando têm seu primeiro filho, o que resulta em uma redução da atividade sexual. O menor nível de testosterona faria com que os homens se tornassem mais ligados à família. Pais de bebês recém-nascidos, com menos de 1 mês, apresentaram níveis especialmente baixos do hormônio. Quedas maiores também foram verificadas naqueles que passavam mais de três horas por dia brincando, alimentando, dando banho, vestindo ou lendo para seus filhos.</p>
<p><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Taynara-Prado/noticia/2017/02/carla-marins-o-machismo-atrapalha-muito-o-relacionamento-mais-ainda-quando-o-casal-tem-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Respeitar esse processo é fundamental</a>. “A sociedade machista em que vivemos pressiona o homem a ter desejo a qualquer custo e a mulher a satisfazer o marido para não perder o casamento”, critica a psicóloga Ana Luiza Fanganiello, mestre em sexualidade pela Unifesp. O caminho é ter paciência, muito diálogo e buscar outras formas de desejo, de cumplicidade e de prazer.</p>
<p>Nem tudo, no entanto, está perdido. “Na maioria dos relacionamentos, ter filhos fortalece o casamento. Passa a existir uma cumplicidade ainda maior entre o casal, a admiração cresce ao descobrir que o seu companheiro também se sai bem no novo papel de pai e mãe. Existe um sentimento caloroso de proteção, afeto e ternura em torno da nova família que se forma, mas ele pode afastar o desejo, o erotismo e a sexualidade. O segredo é unir as forças da cumplicidade e da admiração com o tesão e levar tudo isso para a cama”, explica a sexóloga Samara Marchiori, coach de relacionamento.</p>
<p>O engenheiro de produção Ricardo Manfredo, 38 anos, e a empresária Sandra Xavier, 36, reencontraram o equilíbrio juntos. “Somos casados há 12 anos, e Sandra sempre foi mais ativa sexualmente. Ela me procurava com muita frequência durante a gravidez, quando passei a ter medo de machucar o bebê com a penetração. Ela me mostrou estudos e me mandou o embasamento da obstetra por e-mail, como um convite. Até que me senti confiante e seguimos transando até o fim do segundo trimestre. Com o nascimento da nossa filha, eu enxerguei naquela mulher uma heroína. Ela enfrentou mais de 15 horas em trabalho de parto ativo, sofreu bastante para amamentar e aprendeu a ser mãe de um jeito instintivo e perfeito. É lindo ver como ela consegue exercer esse novo papel de um modo tão natural. Meu tesão aumentou porque eu sinto muito orgulho da mulher que escolhi. Muitas vezes, pareço um idiota, fazendo exatamente as mesmas coisas que ela faz em menos tempo e com muita mais maestria, mas quero que ela também me admire e, por isso, não abro mão das minhas tarefas. <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/09/dia-do-sexo-como-apimentar-relacao-depois-dos-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nossa vida sexual melhorou</a>. Apesar das relações mais espaçadas, os orgasmos são mais intensos. Percebo que as esbarradas pela casa também ficaram mais interessantes, como uma indireta para mais tarde quando a nossa Liz, 2 anos, finalmente dormir.”</p>
<p><strong>Tudo pode melhorar</strong></p>
<p>Ricardo tem razão. Surpreendentemente, há muitas mudanças físicas após a gravidez que podem <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/09/dia-do-sexo-como-apimentar-relacao-depois-dos-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tornar a vida sexual melhor do que antes</a>. “Experiências sensoriais após o parto podem ser mais intensas”, diz a terapeuta sexual Sallie Foley, coautora do livro Sex Matters for Women, A Complete Guide to Taking Care of Your Sexual Self (algo como “Sexo importa para mulheres: um guia completo para cuidar do seu próprio prazer”, em tradução livre), sem previsão de publicação aqui no Brasil. Certas mulheres apreciam a sensibilidade adicional dos seios maiores por conta da amamentação, enquanto outras alegam que, embora os orgasmos levem mais tempo para serem alcançados devido à fadiga, as sensações podem ser mais profundas fisicamente. Há ainda uma especulação que o aumento do fluxo sanguíneo durante a gravidez torne a área genital mais sensível à estimulação permanentemente.</p>
<p>Animou-se? Então, reflita por um instante. Qual foi a última vez que você teve relação sexual? Quando e como você e seu parceiro criaram um clima de romance e sedução para provocar o desejo um no outro? Redescobrir sua sexualidade após a maternidade oferece novas oportunidades para aprofundar sua compreensão de si mesma e explorar novos níveis de intimidade com seu companheiro. Que tal deixar essa postura passiva e buscar o seu deleite? Inclua o prazer na sua rotina como uma diversão, um momento de lazer, de descontração. Sem cobranças, sem culpa, mas sem desculpas.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;">Matéria publicada originalmente na Revista Crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ejaculação feminina ou xixi durante o orgasmo?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/ejaculacao-feminina-ou-xixi-durante-o-orgasmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 19:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal fazer xixi durante o orgasmo? Estou casada há sete anos, tenho dois filhos e nunca tinha passado por isso. Me disseram que é um tal de squirt. O que é isso? F. Almeida, por e-mail Não é comum urinar durante o orgasmo, mas pode acontecer se a mulher estiver com a bexiga bem cheia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É normal fazer xixi <a href="https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Parto/noticia/2016/12/orgasmo-no-parto-sim-e-possivel.html">durante o orgasmo</a>? Estou casada há sete anos, tenho dois filhos e nunca tinha passado por isso. Me disseram que é um tal de squirt. O que é isso?</strong><br />
<em>F. Almeida, por e-mail</em></p>
<p>Não é comum urinar durante o orgasmo, mas pode acontecer se a mulher estiver com a bexiga bem cheia ou passando por algum <a href="https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2014/05/voce-sabe-o-que-e-pessario.html">problema de incontinência urinária</a>. O squirt ou ejaculação feminina também não é algo comum. Trata-se de um líquido proveniente das glândulas próximas à uretra que é expelido em um jato no momento do orgasmo.</p>
<p><strong><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/12/barulho-de-pum-durante-o-sexo-pode-acontecer-por-conta-do-parto.html">+ Barulho de &#8220;pum&#8221; durante o sexo pode acontecer por conta do parto?</a></strong></p>
<p>Sabemos que a ejaculação feminina pode acontecer em algumas relações, principalmente naquelas em que a mulher está muito excitada e tem um orgasmo intenso. Sendo assim, a contração dos músculos do assoalho pélvico se intensifica, causando a compressão das glândulas que expelem o seu conteúdo pela uretra. No entanto, a ejaculação das mulheres ainda é um dos mistérios da sexualidade feminina e muitas têm orgasmos intensos e nunca eliminaram o tal líquido, outras possuem facilidade em ejacular.</p>
<p>O que realmente importa não é a ejaculação e, sim, ter relações sexuais prazerosas e com orgasmos na maioria das vezes. O fato de expelir ou não o líquido não aumenta a sensação de prazer, é apenas uma consequência de um tesão de ver estrelas, sabe? Portanto, não persiga o squirt e, sim, <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/12/sexo-3-coisas-que-podem-ajudar-aumentar-libido.html">se empenhe em ficar bastante excitada</a>. E isso se consegue com muito autoconhecimento, fantasias e sintonia com o parceiro, nada mais.<br />
Agora, se você realmente eliminou xixi durante a transa, recomendo sempre urinar antes do sexo e, se estiver com dificuldades para segurar a urina, fortalecer o assoalho pélvico com exercícios apropriados. Esse fortalecimento, aliás, vai ajudar você a ter mais prazer.</p>
<p>Comece a praticar.</p>
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		<title>Maca peruana é afrodisíaco natural?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/maca-peruana-afrodisiaco-natural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Dec 2018 15:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou casada há 13 anos, tenho dois filhos e sempre tive uma ótima vida sexual com o meu marido. Mas, de um ano para cá, deu aquela esfriada. Já procurei ajuda médica, comprei produtos na sex shop&#8230; e nada. Fiquei sabendo da maca peruana. Ela funciona? J. Lima, por e-mail A maca peruana, bem como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estou casada há 13 anos, tenho dois filhos e sempre tive uma ótima vida sexual com o meu marido. Mas, de um ano para cá, deu aquela esfriada. Já procurei ajuda médica, comprei produtos na sex shop&#8230; e nada. Fiquei sabendo da maca peruana. Ela funciona?</strong><br />
<em>J. Lima, por e-mail</em></p>
<p>A maca peruana, bem como outros afrodisíacos naturais, não tem eficácia comprovada e geralmente funciona como placebo. E, como a <a href="https://revistacrescer.globo.com/busca/click?q=libido&amp;p=0&amp;r=1544634971889&amp;u=http%3A%2F%2Frevistacrescer.globo.com%2FVoce-precisa-saber%2Fnoticia%2F2016%2F04%2Fsexo-depois-do-parto-como-melhorar-libido.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=739635040d7e8c78ef07bdc65599ecb8">libido feminina</a> é muito complexa para ser resolvida com produtos milagrosos, minha proposta é que você faça uma autoanálise do que aconteceu neste último ano. Para ajudá-la nessa tarefa, reflita sobre os três itens a seguir:</p>
<p><strong><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/12/sexo-3-coisas-que-podem-ajudar-aumentar-libido.html">+ Sexo: 3 coisas que podem ajudar a aumentar a libido</a></strong></p>
<p><strong>Rotina –</strong> Será que ela não está cansativa demais? No fim do dia você tem energia ou só quer dormir? Tem <a href="https://revistacrescer.globo.com/busca/click?q=esgotamento&amp;p=4&amp;r=1544635067147&amp;u=http%3A%2F%2Frevistacrescer.globo.com%2FFamilia%2FSaude-e-Beleza-dos-pais%2Fnoticia%2F2017%2F05%2Fburnout-parental-cuidar-dos-filhos-te-deixa-exausto.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=61de9d3aac54cca9b9db8a77871b16b3">sintomas de fadiga e desânimo</a>? Como o sexo requer disposição física, se você está sempre cansada, é impossível ter vontade de transar.</p>
<p><strong>Relacionamento –</strong> Ocorreu algo diferente entre vocês neste último ano? Estão brigando mais? Deixaram de se elogiar ou admirar? Na rotina com as crianças, há momentos livres para o namoro? Conseguem <a href="https://revistacrescer.globo.com/busca/click?q=m%C3%AAs+dos+namorados&amp;p=0&amp;r=1544635111690&amp;u=https%3A%2F%2Frevistacrescer.globo.com%2FDia-dos-Namorados%2Fnoticia%2F2018%2F06%2Fvamos-fugir-viagens-romanticas-para-o-mes-dos-namorados.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=6c23c60e0b58c52da33f87a071d1b43e">sair só os dois</a>? Têm hábitos de erotização, como assistir a filmes eróticos, usar lingerie especial e realizar fantasias?</p>
<p><strong>Corpo – </strong>Você está feliz com ele? Se acha bonita e sexy? E sua saúde? Qual o seu <a href="https://revistacrescer.globo.com/busca/click?q=m%C3%A9todo+contraceptivo&amp;p=0&amp;r=1544635131198&amp;u=https%3A%2F%2Frevistacrescer.globo.com%2FColunistas%2FCarolina-Ambrogini%2Fnoticia%2F2018%2F11%2Falem-do-diu-3-metodos-contraceptivos-para-o-pos-parto.html&amp;t=informacional&amp;d=false&amp;f=false&amp;ss=&amp;o=&amp;cat=&amp;key=432dffdbf8b6d34eb3591b88ff68db27">método contraceptivo</a>? Você usa antidepressivos? Para algumas mulheres, os métodos anticoncepcionais hormonais, doenças como hipotireoidismo e depressão podem interferir no desejo sexual.</p>
<p>Se você se identificou com algum item dessa reflexão, é importante agir antes de partir para um medicamento, como os à base de testosterona, para melhorar sua libido. Lembre-se que pode ser um fator, um conjunto deles ou o próprio relacionamento o causador da falta de desejo. É importante o casal se reinventar para manter a chama acesa.</p>
<hr />
<p>Matéria originalmente publicada em minha coluna da Revista Crescer.</p>
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		<title>Sexo pós-parto: perdeu o tesão? Saiba por que e veja como resgatar a libido</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/sexo-pos-parto-perdeu-o-tesao-saiba-por-que-e-veja-como-resgatar-a-libido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 11:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se seu apetite por sexo caiu ladeira abaixo após o parto, não se sinta sozinha. É natural e bem comum ficar sem vontade de transar mesmo depois dos 40 dias de resguardo sexual. Um estudo da Associação dos Profissionais de Saúde Reprodutiva, nos Estados Unidos, revela que a volta do desejo, do prazer e da frequência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se seu apetite por sexo caiu ladeira abaixo após o parto, não se sinta sozinha. É natural e bem comum ficar sem vontade de transar mesmo depois dos 40 dias de resguardo sexual.</p>
<p>Um estudo da Associação dos Profissionais de Saúde Reprodutiva, nos Estados Unidos, revela que a volta do desejo, do prazer e da frequência das relações aos níveis anteriores à gravidez pode demorar até um ano. Mas calma: não é preciso esperar tanto para retomar a vida sexual.</p>
<p>Apesar de a mulher nessa fase ter motivos de sobra para colocar o sexo no final da lista de prioridades, o casal não pode nem deve se acomodar.</p>
<p>Dê tempo ao tempo A recomendação médica de quatro a seis semanas de resguardo sexual é apenas uma estimativa. Cada mulher é única e deve retomar a vida sexual quando se sentir pronta. &#8220;O pós-parto é uma fase hipossexualizada justamente para que o corpo feminino possa voltar ao estado pré-gravidez e dar a atenção devida ao recém-nascido&#8221;, explica a ginecologista Carolina Ambrogini, sexóloga e coordenadora do Projeto Afrodite, centro de sexualidade feminina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). &#8220;É comum não ter desejo sexual por 90 dias ou mais pois após o parto ocorre uma queda brusca nos hormônios &#8211;inclusive na testosterona &#8211;, que leva à diminuição da libido.&#8221;</p>
<p>A dica da ginecologista é não deixar o tempo correr demais. Afinal, a intimidade do casal pode ficar comprometida sem uma frequência ou com ausência de sexo. Ou seja, é essencial dar uma escapada da rotina e investir na vida a dois.</p>
<p>Amamentação x dor na relação</p>
<p>O hormônio prolactina, responsável pela produção do leite &#8211;juntamente com a queda no estrogênio e na progesterona &#8211;, também tem influência sobre a disposição sexual. &#8220;Nessa fase pode ocorrer uma leve atrofia da mucosa vaginal e uma diminuição na lubrificação, o que pode causar desconforto durante as relações sexuais&#8221;, explica a ginecologista Erica Mantelli, de São Paulo.</p>
<p>Em vez de parar de transar, a indicação é recorrer ao lubrificante. Para as mulheres que amamentam em livre demanda e por um longo período, é prudente conversar com o ginecologista, que pode prescrever hidratante vaginal e, em casos mais severos, estrogênio tópico a fim de restaurar a umidade vaginal natural. Vale lembrar que a vaselina não é um substituto do lubrificante, pois o produto é à base de óleo e pode provocar infecção.</p>
<p>Sexo não é só penetração</p>
<p>É possível encontrar maneiras de contornar o incômodo na relação sexual. Beijos, carícias, masturbação mútua e sexo oral são ótimas formas de o casal manter a intimidade. &#8220;É importante investir tempo nas preliminares para que a mulher consiga se excitar. Um filme mais apimentado ou erótico também pode ajudar&#8221;, sugere Ambrogini. &#8220;Outro ponto é desencanar do corpo pós-parto, que deixa muitas mulheres inseguras na cama. A prioridade no momento não deve ser ficar sarada, e o parceiro certamente não está ligando para isso&#8221;, completa.</p>
<p>Perrengues do pós-parto A rotina sexual sofre muita influência dessa fase marcada por exigências físicas e emoções ambivalentes. Noites maldormidas, a pressão pelo desempenho da função materna, as alterações físicas que podem abalar a autoestima e as adaptações necessárias à nova rotina do casal são fatores que levam a fragilidade emocional e esgotamento físico. Primeiro, é preciso identificar quais são as dificuldades e os conflitos envolvidos &#8211;pode ser estresse, cansaço, insegurança em relação ao novo papel de mãe, medo de engravidar novamente, receio de sentir dor na relação, entre outros motivos.</p>
<p>&#8220;Cada mulher vivencia a maternidade de forma única. Para preservar a vida a dois, é essencial que o casal mantenha a comunicação e a cooperação no dia a dia. Assim, a retomada da atividade sexual vai acontecer no momento em que os dois estiverem preparados&#8221;, aconselha a psicóloga Renata Bolibio, da Divisão de Psicologia do Hospital das Clínicas (HC-FMUSP).</p>
<p>Relação sexual x choro do bebê</p>
<p>Sim, bebês choram muito e isso pode acontecer bem na hora H. Aí, não há outra solução: o jeito é prover os cuidados à criança e tentar retomar o clima depois. &#8220;A frustração é inevitável, mas é preciso levar esses imprevistos na esportiva&#8221;, diz Bolibio. Ela acrescenta: &#8220;O mesmo vale no caso de o leite jorrar do peito durante o sexo (sim, isso pode ocorrer). Aos poucos, o casal vai aprender a lidar com essas circunstâncias de forma natural.&#8221;</p>
<p>Outra saída é recorrer aos avós ou babá para ter uma noite de amor tranquila. Mas é preciso conseguir deixar de lado as preocupações. &#8220;A maternidade preenche muito a mulher, por isso muitas caem na armadilha de não tirar um tempo para si mesmas. O filho pequeno precisa de muitos cuidados, mas a mãe também. É importante equilibrar os diversos papéis para aproveitar a vida de forma plena nessa fase&#8221;, finaliza a ginecologista Carolina Ambrogini.</p>
<p>Voltar à atividade sexual, portanto, depende de atitude. Veja algumas boas ideias que ajudam a aumentar o desejo:   &#8211; Quanto menos se faz sexo, menos vontade se tem de fazer. Então, é importante se programar para pensar sobre o assunto e ativar o romantismo entre o casal.   &#8211; Para a mulher não cair exausta com tantas demandas, o parceiro tem que colaborar com as tarefas diárias. Se não for possível, o casal deve encontrar junto uma forma de balancear as responsabilidades como família.</p>
<p>&#8211; Cuidar do corpo vai trazer disposição e levantar a autoestima. Atenção para não se abandonar, abusando das roupas de moletom ou daquelas surradas de ficar em casa. Looks confortáveis e bonitos vão trazer confiança.</p>
<p>&#8211; É fundamental separar um tempo para pensar na individualidade do casal. Um jantar romântico, uma massagem mútua e uma escapada ao cinema são artifícios para manter a chama acesa.</p>
<p>&#8211; Após os primeiros três meses, é saudável transferir o bebê para o quarto dele, o que vai favorecer a intimidade do casal. Afinal, não dá para se soltar na cama com o filho ao lado.</p>
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		<item>
		<title>Existe diferença no desejo sexual de quem está grávida de menino e de menina?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/existe-diferenca-no-desejo-sexual-de-quem-esta-gravida-de-menino-e-de-menina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2018 19:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://carolinaambrogini.com.br/?p=9721</guid>

					<description><![CDATA[<p>– A libido na gravidez é determinada por múltiplos fatores, incluindo os hormônios. Muitas pessoas acreditam, por exemplo, que na gestação de menina há mais enjoos pelos “hormônios femininos” em excesso e, na dos meninos, o desejo aumenta por conta da abundância do “hormônio masculino”. Mas não é verdade. Afinal, é a placenta que produz os hormônios [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://carolinaambrogini.com.br/existe-diferenca-no-desejo-sexual-de-quem-esta-gravida-de-menino-e-de-menina/">Existe diferença no desejo sexual de quem está grávida de menino e de menina?</a> apareceu primeiro em <a href="https://carolinaambrogini.com.br">Dra. Carolina Ambrogini</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>– <a href="http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/noticia/2016/12/sexo-na-gravidez-e-no-pos-parto-tudo-o-que-precisa-saber.html">A libido na gravidez</a> é determinada por múltiplos fatores, incluindo os hormônios. Muitas pessoas acreditam, por exemplo, que na gestação de menina há mais enjoos pelos “hormônios femininos” em excesso e, na dos meninos, o desejo aumenta por conta da abundância do “hormônio masculino”. Mas não é verdade. Afinal, é a placenta que produz os hormônios na gravidez e não os bebês. Portanto, essa teoria não faz sentido. Agora, o que sabemos é que a atração sexual é muito variável de mulher para mulher e até de gravidez para gravidez. Ao mesmo tempo que a progesterona, o principal hormônio gestacional, pode deixar a mulher mais sonolenta e sem vontade de transar, a vulva fica hipervascularizada, <a href="http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Vida-de-gravida/noticia/2013/07/sexo-na-gravidez.html">proporcionando uma excitação mais vigorosa e orgasmos intensos</a>, interferindo positivamente na libido.</p>
<p>No entanto, mais do que culpar os hormônios, o importante é manter a <a href="http://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2017/11/3-dicas-para-tirar-vida-sexual-do-ponto-morto.html">chama do prazer acesa</a>. Como? Aproveite os seios maiores, use um sutiã bacana e, para as mais ousadas, por que não mandar uma foto mais sensual com o barrigão para o parceiro? Ele vai adorar a ideia e você ainda terá uma lembrança linda do seu corpo nessa fase. Lembre-se de que o importante é manter uma vida sexual ativa para que a conexão homem-mulher se mantenha viva e não sofra consequências no futuro.</p>
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		<title>Dia do sexo: Como apimentar a relação depois dos filhos</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/dia-do-sexo-como-apimentar-a-relacao-depois-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 16:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois dos filhos, o casal precisa ter alguns cuidados para não deixar a transa de escanteio. Se vocês ficarem esperando a vontade de fazer sexo aparecer, pode ser que ela nem apareça. Isso já foi até comprovado por estudos. Segundo pesquisa sobre “Expectativa x Realidade”, do site Help-Link.co, feita com 2 mil pais britânicos, 1 a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois dos filhos, o casal precisa ter alguns cuidados para não deixar a transa de escanteio. Se vocês ficarem esperando a vontade de fazer sexo aparecer, pode ser que ela nem apareça.</p>
<p>Isso já foi até comprovado por estudos. Segundo pesquisa sobre “Expectativa x Realidade”, do site Help-Link.co, feita com 2 mil pais britânicos, <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2017/04/1-em-cada-5-casais-nao-fazem-sexo-apos-ter-filho.html">1 a cada 5 casais não tem relações sexuais após ter filhos</a>. A pesquisa mostrou também que 56% dos pais lutam para conseguir um dia no mês para transar, enquanto 24% não estão satisfeitos com a vida sexual.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/06/3-coisas-que-nao-podem-faltar-no-sexo.html">3 coisas que não podem faltar no sexo</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/05/o-sexo-depois-do-parto-normal.html">O sexo depois do parto normal</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/04/3-dicas-para-voltar-fazer-sexo-depois-da-quarentena.html">3 dicas para voltar a fazer sexo depois da quarentena</a></li>
</ul>
</div>
<p>Além da questão hormonal da mulher no pós-parto,<a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Lazaro-Ramos-Em-construcao/noticia/2018/07/lazaro-ramos-papo-sincerao-total-sobre-sexo-no-pos-parto.html"> é realmente difícil pensar em sexo quando se tem uma criança no quarto ao lado</a>. É preciso fazer silêncio para não balançar demais a cama e o filho acordar. Sem contar o turbilhão de coisas que estão passando pela cabeça: a escola, os afazeres da casa, as demandas do trabalho, a aula de natação que não dá para chegar atrasado&#8230;</p>
<p>Mas, lembre-se que a vida sexual do casal não pode (e não deve!) sofrer grandes consequências após a chegada do filho. Se está difícil para você pensar em sexo, quem dirá fazer, assista ao vídeo da ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, que é colunista da CRESCER. Aproveite que hoje é dia do sexo e já comece a pensar no assunto. Afinal, sexo é saudável e faz bem!</p>
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