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	<title>Arquivos Empoderamento Feminino - Dra. Carolina Ambrogini</title>
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	<description>Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.</description>
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		<title>Vaginismo: a dor que até impede a penetração no sexo</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/vaginismo-impede-a-penetracao-no-sexo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 00:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Vaginismo é uma disfunção sexual caracterizada pela dificuldade de uma pessoa com vagina (mulher cisgênero, homem transgênero ou pessoas não-binárias) em ter uma relação sexual completa – por sentir dor ou uma espécie de “barreira” que impede a penetração do pênis, do dedo ou de <a href="https://carolinaambrogini.com.br/4-estrategias-para-se-divertir-a-dois-com-um-vibrador/">objetos como vibradores</a>. Muitas vezes essa barreira é, na verdade, uma forte contração da musculatura ao redor da vagina, estreitando sua abertura e tornando a penetração dolorosa ou realmente impossível. Embora o meio médico-acadêmico tenha recentemente substituído “Vaginismo” por “Dor gênito-pélvica e/ou desordens da penetração vaginal”, neste texto adotarei o termo mais conhecido pelo público geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Angústia: a culpa do vaginismo minha?</h2>



<p>A maioria das pessoas que sofre (e muito!) com essa condição quer muito descobrir uma causa e se pergunta coisas como: “Será que nasci com a vagina pequena?”; “Será que meu hímen é muito espesso?”; “Será que sou desproporcional ao pênis da minha parceria sexual?”. Por isso, é essencial ter uma avaliação profissional especializada em sexualidade: infelizmente não são todas as pessoas ginecologistas que entendem de vaginismo… e podem acabar atrapalhando ao invés de ajudar. Se você não consegue nem introduzir o dedo na sua vagina, por exemplo, é natural que tema o exame ginecológico com o espéculo – e essa não é a conduta adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas do vaginismo</h2>



<p>Geralmente não há uma única causa para o vaginismo, trata-se de uma conjuntura de fatores. E a maioria desses fatores não são físicos, mas emocionais. Por exemplo: ter recebido uma educação sexual conservadora (quando o assunto “sexo” foi abordado de forma negativa em casa ou sequer existiu), a memória de um abuso sexual ou de uma experiência ruim (como ter sentido muita dor na primeira relação sexual), situações que gerem culpa etc. Algumas pessoas sentem uma espécie de agonia ao serem tocadas na vulva, outras temem sentir dor e contraem a musculatura de forma reflexa (nem percebem que a vagina está fechada)…</p>



<p>Essas experiências negativas vão se acumulando, gerando uma ansiedade na hora da relação sexual que as impede de curtir e se excitar. É comum que pessoas com vaginismo ouçam conselhos absurdos como “É só tomar um vinho e relaxar!”. A questão é muito mais séria: como relaxar sabendo que está prestes a sentir uma dor lancinante e horrível? Frustração e medo são palavras que definem a vida de quem sofre com vaginismo. E palavrinhas que não conjugam bem com o verbo transar, né?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como deve ser a consulta médica?</h2>



<p>Na consulta, é preciso que todos os aspectos da sua sexualidade sejam considerados. Como ela foi construída? Houve influência de uma educação rígida? Qual a importância da virgindade? Como foram as primeiras experiências sexuais? Quais os hábitos de masturbação? Como são as relações sexuais atualmente? Existem dificuldade para inserção de absorventes íntimos? Usa medicamentos? Enfim, uma série de questões que que tem TUDO a ver com o vaginismo.</p>



<p>Depois de criar um laço de confiança e a pessoa se sentir preparada, podemos realizar o exame físico com muito cuidado e paciência: sempre respeitando os limites dela, avisando sobre todos os passos, recorrendo a técnicas de relaxamento. A avaliação da postura da paciente na maca é de suma importância para o diagnóstico e o direcionamento do tratamento mais adequado. Observamos se tem medo, se sua frio, se fecha involuntariamente as pernas, se contrai a musculatura perivaginal, se tem sensibilidade aumentada ao toque de um cotonete, se existem lesões, se a musculatura da vulva está normal…</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tem tratamento e cura?</h2>



<p>Sim, o tratamento existe e é muito efetivo! Mas não é mágico, viu? Você terá que se empenhar bastante, enfrentar seus medos, fazer exercícios de fisioterapia e realmente querer melhorar. Após a primeira avaliação, a pessoa ginecologista especializada em sexualidade traça um plano terapêutico de acordo com as possíveis causas do (seu) vaginismo. Muitas vezes o tratamento é um conjunto de psicoterapia, fisioterapia específica para o assoalho pélvico (por favor, não confunda com exercícios de pompoarismo!), uso de medicamentos (caso a pessoa tenha vulvodínea, uma sensibilidade aumentada na vulva) ou hormônios (se a vagina estiver carente destes) e até terapia com laser.</p>



<p>Independentemente do tipo de tratamento, a pessoa terá que passar por um processo de “dessensibilização”. É uma técnica para o cérebro “reaprender” sobre a penetração. São usados dilatadores vaginais de tamanhos progressivos, não para dilatar a vagina em si, mas para que a pessoa se acostume com a sensação de ser penetrada, adquira tolerância à dor vá perdendo o medo. Esse “abrir a vagina” literal também representa uma abertura para a sexualidade mais prazerosa. Vale muito a pena!</p></div>
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		<item>
		<title>Virgem pode usar vibrador?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/virgem-pode-usar-vibrador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 00:34:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vez ou outra me perguntam no consultório se virgens podem usar vibrador. Não que a dúvida tenha relação direta com a saúde – ou seja, se a masturbação com um brinquedo erótico faz mal ao corpo (não faz!). Querem saber, na verdade, se ele rompe o hímen e “decreta” o fim da virgindade… Esse conceito [&#8230;]</p>
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<p>Vez ou outra me perguntam no consultório se virgens podem usar vibrador. Não que a dúvida tenha relação direta com a saúde – ou seja, se a masturbação com um brinquedo erótico faz mal ao corpo (não faz!). Querem saber, na verdade, se ele rompe o hímen e “decreta” o fim da virgindade…</p>



<p>Esse conceito de que virgindade é sinônimo de hímen íntegro (não-rompido) já caiu em desuso há muito tempo. Em outras palavras, está bem fora de moda. Ele só é utilizado na terminologia médico-legal, por exemplo, se a pessoa precisa passar por algum exame de corpo de delito após uma agressão sexual.</p>



<p>Hoje falamos que uma pessoa é virgem se ela nunca teve nenhum contato sexual com outra pessoa. Não existe mais aquela ideia de que é preciso ter tido uma penetração vaginal para deixar de ser virgem. Se a pessoa recebeu sexo oral, dedada, penetração anal… ela não é mais virgem &#8211; mesmo que tenha o hímen íntegro!</p>



<p>Portanto, mesmo se você usar um vibrador do tipo que penetre a vagina e o ato romper o hímen, você continuará sendo virgem pois não teve contato sexual com outra pessoa (só com o brinquedo erótico, que é um objeto). Por isso, os vibradores podem ser usados por pessoas virgens.</p>



<p>Aliás, eles proporcionam um aprendizado sobre a própria sexualidade que será muito útil quando for experimentar uma relação sexual. Aquele medo de sentir dor ou ter um sangramento na primeira penetração vaginal terá uma intensidade muito menor ou nenhuma, pois a pessoa já conhecerá a sensação, os músculos vaginais estarão mais relaxados e a experiência pode ser <a href="https://carolinaambrogini.com.br/3-jeitos-de-saber-que-voce-atingiu-o-orgasmo/">muito mais prazerosa</a>.</p>



<p>É importante conhecer o próprio canal vaginal, introduzir o dedo, um tampão ou copinho menstrual. Talvez seja melhor começar com um vibrador mais fino, com diâmetro menor (semelhante à grossura de um dedo) e ir se acostumando, explorando as sensações de prazer sem medo ou vergonha. A vagina é sua e não de quem “tirou sua virgindade”.</p>



<p>Se ainda assim você tem receio, analise para quem esse conceito de virgindade baseado no hímen é importante. Para você? Para seus pais? Para sua avó? Para as regras da sua religião?<br>A virgindade é uma grande construção cultural que está sendo posta em cheque atualmente, abrindo as portas (pernas?) para uma maior liberdade sexual, mais consciente, mais apropriada do próprio desejo e não o de outra pessoa.</p>



<p>A sua sexualidade é SUA e cabe a você decidir qual a melhor maneira de explorá-la. Os vibradores são como lanternas a nos guiar numa selva escura. Que tal se aventurar?</p>



<p></p>
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		<title>Orgasmo Feminino: Curiosidades sobre o tão buscado prazer</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/curiosidades-orgasmo-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 22:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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<p>A dificuldade ou ausência de orgasmos entre as pessoas com vulva é tema de estudos acadêmicos, minisséries em plataformas de streaming, discussões nas redes sociais… Se até o final do século XIX a anorgasmia era desejável para uma mulher “decente”, hoje atendo pacientes frustradas por alcançar o clímax “apenas” uma vez em cada relação sexual. O orgasmo feminino se transformou em uma meta obrigatória (e múltipla!), ao invés de consequência natural da troca prazerosa entre duas pessoas. Vamos entender melhor sobre a duração, as sensações corporais e a fisiologia desse evento tão buscado?</p>



<p>O orgasmo feminino é uma experiência física e psicológica que dura entre 3 e 10 segundos, mas proporciona uma grande satisfação tanto para o corpo quanto para a mente. Ele é decorrência de um estado crescente de excitação sexual: chega-se a uma tensão tão intensa que o organismo detona um reflexo de alívio. Do ponto de vista biológico, um pouco antes do <a href="https://carolinaambrogini.com.br/origem-do-orgasmo-feminino/">orgasmo</a>, a tensão muscular e o fluxo sanguíneo nos genitais atingem o seu auge. Então surgem os espasmos, as contrações musculares involuntárias.</p>



<p>Não à toa as descrições sobre a sensação orgástica incluem a ideia de atingir um pico de tensão, seguido de uma liberação de energia prazerosa, contrações da região genital e um relaxamento do corpo inteiro. No cérebro, o orgasmo libera substâncias como prolactina, ocitocina, vasopressina e o peptídeo intestinal vasoativo. Enquanto ele está acontecendo, há uma diminuição na atividade de várias áreas cerebrais (principalmente no córtex), assim como das percepções auditiva e visual para que você sinta o prazer de forma plena.</p>



<p>Mas não podemos generalizar demais: cada pessoa experimenta o orgasmo de forma muito subjetiva. Há quem vá às lágrimas, se conecte com a espiritualidade, tenha vontade de gritar ou rir… Além disso, a mesma pessoa pode ter orgasmos de diferentes intensidades e durações dependendo da circunstância. Estudos apontam que uma mulher cis costuma levar entre 10 e 20 minutos para alcançar o clímax durante o sexo. Esse tempo pode ser bem menor se ela estiver suficientemente excitada ou focada apenas na masturbação: até 4 minutos.</p>



<p>Pioneiros no estudo da sexualidade humana, os pesquisadores William Masters e Virginia Johnson indicaram o clitóris como “o principal interruptor” do orgasmo nas pessoas com vulva. A vagina teria um papel menor na facilitação do clímax – ou seja, não há nada de errado em não chegar lá por meio da penetração vaginal! O assunto ainda é controverso na comunidade científica, portanto fica a dica: explore essas duas fontes de estimulação e descubra o que funciona melhor para você. E não se compare nem se pressione em relação a algo que deve ser sinônimo de bem-estar!</p>



<p>O significado sociocultural do orgasmo feminino mudou bastante ao longo dos séculos. A sexualidade da mulher cis era restrita à função reprodutiva – ela não deveria ter desejos sexuais, muito menos prazer orgástico. Aquelas que exibiam comportamento mais livre eram consideradas ninfomaníacas ou portadoras de perversões. A partir do século XX, houve uma reformulação de seu papel em sociedade, seja com a entrada no mercado de trabalho formal ou com o surgimento da pílula anticoncepcional.</p>



<p>O medicamento abriu a possibilidade de sexo recreativo e sem a preocupação de uma gravidez indesejada. Hoje ter orgasmos não é só algo desejável como também considerado essencial para uma vida sexual de qualidade. Pessoas com vulva que não chegam ao clímax na relação sexual ou na masturbação é que têm vergonha e medo de serem tidas como “anormais”. Se elas soubessem como, infelizmente, partilham do mesmo segredo de milhões… E a chave para o prazer está nas próprias mãos.</p>



<p></p>



<p><em><br>*Se você estiver passando por dificuldades em sua vida sexual, procure profissionais com qualificação e especialização na área </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Squirting: ejaculação feminina ou xixi durante o orgasmo?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/squirting-ejaculacao-feminina-ou-xixi-durante-o-orgasmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 02:08:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sexualidade das pessoas com vagina é tão complexa quanto fascinante. A chamada ejaculação feminina* ou squirting (“esguichar”, em inglês) já foi amplamente explorada pela pornografia e está entre os fenômenos estudados há anos por cientistas. Afinal, que líquido abundante é esse emitido durante o orgasmo? Significa mais prazer? Por que não ocorre com todas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A sexualidade das pessoas com vagina é tão complexa quanto fascinante. A chamada ejaculação feminina* ou squirting (“esguichar”, em inglês) já foi amplamente explorada pela pornografia e está entre os fenômenos estudados há anos por cientistas. Afinal, que líquido abundante é esse emitido durante o orgasmo? Significa mais prazer? Por que não ocorre com todas as pessoas ou em todas as relações sexuais/masturbações?</p>



<p>Um dos maiores mitos ao redor da ejaculação feminina é o de que esse esguicho na hora do sexo seria simplesmente xixi. Algumas pessoas que ejaculam ficam constrangidas por desconhecimento sobre a própria fisiologia ou por receio de que a parceria pense que é urina. Embora o líquido costume molhar bem os lençóis, ele é mais claro e sem odor. Também não deve ser confundido com lubrificação vaginal “excessiva”, já que esta sai aos poucos durante o processo de excitação.</p>



<p>O squirting é a ejeção de um líquido em jato pela uretra de pessoas com vagina durante o orgasmo. Algumas relatam que a ejaculação acontece ocasionalmente, em orgasmos mais intensos e, mais raramente, em todas as relações sexuais ou masturbações. Faltam dados estatísticos exatos sobre qual a porcentagem de pessoas com vagina que conseguem ejacular. Sabemos que algumas têm mais tendência do que outras…</p>



<p>Isto acontece porque a ejaculação feminina é um líquido presente em pequenas glândulas, remanescentes do período embrionário e semelhantes à próstata masculina, que ficaram próximas à uretra. Algumas pessoas têm mais glândulas, outras têm menos e muitas não têm resquício glandular nenhum &#8211; portanto, nunca irão ejacular (ainda que façam cursos etc).</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><a href="https://carolinaambrogini.com.br/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-vagina.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="562" height="501" src="https://carolinaambrogini.com.br/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-vagina.png" alt="" class="wp-image-10584" srcset="https://carolinaambrogini.com.br/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-vagina.png 562w, https://carolinaambrogini.com.br/wp-content/uploads/2024/08/estrutura-vagina-480x428.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 562px, 100vw" /></a></figure>



<p>Esta comprovação só foi possível através da análise desse tipo de ejaculação. Nela foi encontrada uma enzima que se chama PSA, apenas presente no líquido prostático. Além disto, com a evolução dos exames de imagem, é possível identificar a presença destas pequenas glândulas na parede muscular da uretra de algumas pessoas com vagina que ejaculam.</p>



<p>Elas não têm capacidade de ter orgasmos “melhores”. O que acontece é que algumas só conseguem ejacular quando os orgasmos são mais intensos porque há maior contração da musculatura pélvica sobre a uretra, fazendo com que as glândulas sejam comprimidas e expulsem o líquido em jato. Daí a impressão de que a ejaculação foi o grande barato… mas, na verdade, ela só foi consequência de um orgasmo potente e muito gostoso.</p>



<p>Resumindo: ejacular não faz do sexo uma experiência melhor ou pior; algumas pessoas com vagina têm maior propensão ao squirting; não é algo para se envergonhar, muito menos para se gabar.</p>



<p></p>



<p><em>*Ejaculação feminina: termo erroneamente usado para descrever a ejaculação das pessoas com vagina.</em></p>



<p><em>**Se você estiver passando por dificuldades em sua vida sexual, procure profissionais com qualificação e especialização na área</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gel de testosterona aumenta o desejo sexual das mulheres?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/gel-de-testosterona-aumenta-o-desejo-sexual-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 01:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais mulheres cisgêneros chegam ao meu consultório e de colegas ginecologistas perguntando (ou já pedindo prescrição para uso) do famoso gel de testosterona. Elas querem aumentar a libido e a energia. Quem não quer um “up” na vida, não é mesmo? Brinco que deveríamos diluir logo esse gel na água de todas as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cada vez mais mulheres cisgêneros chegam ao meu consultório e de colegas ginecologistas perguntando (ou já pedindo prescrição para uso) do famoso gel de testosterona. Elas querem aumentar a libido e a energia. Quem não quer um “up” na vida, não é mesmo? Brinco que deveríamos diluir logo esse gel na água de todas as pessoas para ficamos sempre turbinadas e fogosas. Na verdade, precisamos desmistificar um pouco o assunto. A testosterona não é milagrosa: não salva casamento falido, não torna sua parceria mais atraente, não faz sua chefia cobrar menos no trabalho, não vai transformar a sua vida… A menos que você faça um movimento para que isso aconteça, como uma mudança de hábitos e rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para que &#8211; e para quem &#8211; serve?</h2>



<p>O gel de testosterona é indicado para <a href="https://www.brasildedireitos.org.br/atualidades/cis-e-trans-qual-a-diferena-dos-termos">mulheres cisgênero</a> com indícios de diminuição dos androgênios &#8211; a grande família de hormônios da qual deriva a testosterona. Esses sintomas são baixa libido (não justificável por outras razões, como conflitos conjugais), baixa de energia com fadiga e desânimo. Sabe aquele cansaço crônico que não melhora depois de uma boa noite de sono?</p>



<p>Talvez agora você tenha concluído: “Puxa, então metade das mulheres cis do planeta tem indicação de usar o gel de testosterona!”. Afinal, levante a mão aí quem não está cansada… Mas esta é a questão fundamental sobre prescrever ou não tal medicação para a paciente. Será que ela está com as energias sugadas por causa de uma deficiência hormonal realmente ou a “culpa” é de um estilo de vida com jornada tripla de trabalho?</p>



<p>Embora seja possível dosar os níveis de testosterona por meio de exames laboratoriais, os resultados não são fidedignos e confiáveis – o mais recente consenso científico sobre o assunto descartou essa conduta. O diagnóstico é clínico, a partir de uma boa conversa entre profissional e paciente.</p>



<p>Geralmente o problema da paciente não é fisiológico (a falta do hormônio), mas a presença de uma rotina tão pesada que não dá tempo de praticar o autocuidado, ter bons hábitos e ânimo para namorar &#8211; os casais estão exaustos e preferem dormir. Não cabe aqui prescrever o gel de testosterona. <a href="https://carolinaambrogini.com.br/quer-sua-libido-de-volta/">Recomendo que ambas as pessoas reavaliem seus cotidianos e promovam mudanças práticas</a>.</p>



<p>Sabemos que as mulheres cisgênero têm uma queda lenta e gradual dos níveis deste hormônio por volta dos 40 anos, mas apenas uma pequena parcela realmente precisará de reposição. Neste caso, o gel de testosterona traz benefícios e pode ser aplicado na pele uma vez ao dia – em qualquer parte do corpo, com exceção das mamas. Os resultados costumam ser notados depois de duas semanas de uso.</p>



<p>A medicação é uma fórmula manipulada com doses baixas para evitar efeitos colaterais masculinizantes. Mesmo assim, pessoas com pele oleosa, acne e queda de cabelo podem perceber piora desses sintomas com o uso do gel de testosterona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É seguro?</h2>



<p>Essa medicação hormonal ainda não é liberada por agências reguladoras como a Anvisa e o FDA americano. A prescrição é feita “off label” (sem bula) e, no Brasil, apenas em fórmulas manipuladas. Já foram publicadas pesquisas internacionais renomadas sobre o uso da testosterona em mulheres cisgêneros. Evidências apontam que o gel de testosterona não aumenta o risco de cânceres (como o de mama), não gera trombose ou outros efeitos cardiovasculares. Porém, a medicação é contraindicada para pessoas que já enfartaram ou com obesidade (esta doença crônica já eleva o risco cardiovascular, que poderia ser ainda maior com o uso do hormônio).</p>



<p>Há um consenso científico com diretrizes que oferecem segurança para pacientes na menopausa, desde que o hormônio seja prescrito em doses baixas e por um período de até dois anos. Já a Federação Brasileira de Ginecologia autoriza o uso em mulheres cis acima dos 40 anos. Mulheres mais jovens só podem usar o gel de testosterona em situações específicas – por exemplo, em caso de retirada dos ovários ou problemas nas glândulas supra-renais.</p>



<p>Mas e aquelas pacientes que usam pílula anticoncepcional, responsável pela diminuição dos níveis de testosterona no organismo? Se for identificado que o problema da libido está relacionado ao uso dela, a recomendação deve ser pela troca do método contraceptivo. Isso porque, ao interromper a pílula, a mulher já volta a produzir o hormônio e não há necessidade de repor com gel.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não existe milagre para libido feminina</h2>



<p>Sinto decepcionar aquelas pessoas que creem no gel de testosterona como a solução para todos os problemas de libido. Mesmo nos casos em que a medicação hormonal é indicada, percebo que ela só ajuda quando os casais saem das relações automáticas e sem graça, passam a se olhar mais e adquirem hábitos de erotização.</p>



<p>Aliás, aí a reposição da testosterona até deixa de ser necessária, pois o cérebro reaprende a buscar pelo desejo. Faça um teste: leia um conto erótico por dia e veja se a libido não aumenta &#8211; existem vários gratuitos na internet… Para ter mais disposição, adote uma alimentação mais saudável (com menos industrializados), pratique atividades físicas (valem até caminhadas pelo bairro ou trocar o elevador pelas escadas) e medite (você só precisa de um cantinho para fechar os olhos!). Desconfio que o gel ficará guardado em alguma gaveta.</p>
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		<title>A mulher e o machismo</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/a-mulher-e-o-machismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 21:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a pandemia e o isolamento social, há quem diga ter ficado mais difícil para nós mulheres nos manifestarmos e clamarmos por maiores liberdades e direitos legais. Pode ser verdade. Por outro lado, redes sociais como o Twitter, Instagram e o TikTok têm servido para o fortalecimento do feminismo, graças à facilidade em compartilhar vídeos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a pandemia e o isolamento social, há quem diga ter ficado mais difícil para nós mulheres nos manifestarmos e clamarmos por maiores liberdades e direitos legais. Pode ser verdade. Por outro lado, redes sociais como o Twitter, Instagram e o TikTok têm servido para o fortalecimento do feminismo, graças à facilidade em compartilhar vídeos, imagens, textos… ideias.</p>
<p>Casos de assédio no trabalho, salários menores comparado a homens nos mesmos cargos, julgamento com base nas vestimentas e até a rotulação de nosso único dever ser o de mãe e esposa, algo que não necessariamente é um problema, mas se torna um quando uma outra mulher decide não seguir esse padrão, pois a chegada do anticoncepcional, a gradativa inserção da mulher no mercado de trabalho, entre outros aspectos da modernidade, nos deram direito da possibilidade da escolha da maternidade, trazendo uma certa liberdade sexual, quebrando expectativas que não deveríamos carregar só pelo simples fato de ser mulher. Estes são alguns dos exemplos mais gritantes e pelos quais ainda precisamos exigir respeito.</p>
<p>Mas antes de convidá-las para uma próxima manifestação, gostaria que vocês pensassem no machismo que tanto abominamos, de uma forma mais profunda. Foram séculos de uma dominação patriarcal, onde as mulheres eram consideradas seres inferiores e sem capacidade intelectual. O papel feminino era o de esposa e mãe e ponto. Foi com a revolução industrial e depois com as duas grandes guerras mundiais que a mulher foi mostrando, aos poucos, que era sim capaz e que podia trabalhar e produzir tanto quanto um homem. Fomos ganhando poder econômico e a autonomia financeira nos deu coragem para mostrarmos nossa cara nos diversos seguimentos da sociedade, expondo nossas múltiplas capacidades. Com a chegada da pílula anticoncepcional, ganhamos também o direito de escolher o momento da maternidade, trazendo uma certa liberdade sexual.</p>
<p>As mudanças foram muitas e num curto espaço de tempo, analisando todo o cabresto a que fomos submetidas por mais de dois mil anos. E por isto hoje somos independentes, mas carregamos nas costas todo o peso do machismo e, o pior, ainda perpetuamos ele. Pense bem, no seu cotidiano, na criação dos seus filhos, se você não encontra estes traços de desigualdade. Na sua casa, quem é a responsável pelo KIT limpeza-alimentação-roupas? Quando seu marido a ajuda com filhos e tarefas domésticas é prestando um &#8220;favor&#8221; a você ou é por igual divisão de tarefas? Você acha que estas coisas do lar são mesmo funções femininas, bem como a rotina das crianças? Felizmente, já vemos muitas famílias em que a figura do pai já está bem integrada na educação das crianças. Em algumas, raras, ele é quem não trabalha para se dedicar a elas.</p>
<p>No trabalho, você mulher, já deve ter sofrido algum revés ou deixado de ganhar uma promoção em prol de um colega homem, mas como chefe, deixou de promover alguma funcionária porque ela tinha planos de engravidar? Seja sincera&#8230;E com a sua filha, a ensina que meninas devem ser recatadas e que devem se comportar como princesas? Preste atenção, pois há uma propaganda maciça em torno desta imagem feminina e delicada das princesas que vai muito além da identificação da menina com o gênero feminino. Ela vai crescer e vai ter que batalhar muito pelo seu espaço e príncipe nenhum vai vir resolver a situação.</p>
<p>Se queremos mudanças reais na nossa sociedade para que ela se torne mais igualitária, elas devem vir primeiro nos nossos próprios conceitos e na educação das crianças. Só assim, daqui há algum tempo, os homens vão poder chorar à vontade sem isto ser considerado um sinal de ser menos-homem. E nós mulheres, vamos poder relaxar, e sair desta roda-viva em que temos que dar conta de tudo e ainda provar que somos boas. Quero um mundo assim para minha filha!</p>
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		<title>Fundo de População da ONU apresenta campanha em congresso paulista de ginecologia e obstetrícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 18:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empoderamento Feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo de População da Nações Unidas (UNFPA) apresentará no fim de agosto durante o 23º Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, em São Paulo (SP), a campanha “Ela Decide”, focada no empoderamento de jovens e mulheres. Painel no congresso terá diálogos entre profissionais da saúde e jovens com o objetivo de ampliar o entendimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>O Fundo de População da Nações Unidas (UNFPA) apresentará no fim de agosto durante o 23º Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, em São Paulo (SP), a campanha “Ela Decide”, focada no empoderamento de jovens e mulheres.</h4>
<h4>Painel no congresso terá diálogos entre profissionais da saúde e jovens com o objetivo de ampliar o entendimento sobre desafios específicos no campo da saúde sexual e dos direitos reprodutivos.</h4>
<p>O Fundo de População da Nações Unidas (UNFPA) apresentará no fim de agosto durante o 23º Congresso Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, em São Paulo (SP), a campanha “Ela Decide”, focada no <a href="http://www.unfpa.org.br/novo/index.php/noticias/ultimas/1979-campanha-ela-decide-e-apresentada-no-xxiii-congresso-paulista-de-ginecologia-e-obstetricia">empoderamento de jovens e mulheres</a>.</p>
<p>A agência da ONU terá um painel especial durante o evento, realizado pela Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP). O congresso acontece no dia 24 e conta com a participação da youtuber Gabi Oliveira, do canal “De Pretas”, apoiadora oficial da campanha.</p>
<p>O painel terá diálogos entre profissionais da saúde e jovens com o objetivo de ampliar o entendimento sobre os desafios específicos no campo da saúde sexual e dos direitos reprodutivos. Além disso, o evento apresentará a Aliança por Direitos e pela Saúde Sexual e Reprodutiva no Brasil aos ginecologistas e obstetras do estado de São Paulo.</p>
<p>O painel reforça a importância do acesso a informações e a serviços de saúde sexual e reprodutiva para o empoderamento de jovens e mulheres na tomada de decisões sobre suas vidas. Todos os setores da sociedade, inclusive o setor privado, podem contribuir. Para a oficial de programa do UNFPA no Brasil, Anna Cunha, é fundamental garantir o acesso a informações e a serviços de saúde adequados à idade de adolescentes e jovens.</p>
<p>“A saúde sexual e reprodutiva é fundamental para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular os ODS 3, sobre saúde, e 5, sobre igualdade de gênero. Isso inclui avançar na prevenção, por exemplo, da gravidez não intencional na adolescência, que muitas vezes traz consequências para as trajetórias dessas adolescentes que se tornam grávidas ou mães em um momento que não desejavam, com frequentes impactos em termos de trabalho e estudo”, disse.</p>
<p>O Brasil tem a maior taxa de meninas com menos de 15 anos que têm filhos dentre os países do Cone Sul. Um em cada cinco bebês nasce de uma mãe com idade entre 10 e 19 anos.</p>
<p>Além da youtuber Gabi Oliveira, o painel contará com a presença de Rossana Pulcinelli, presidente da SOGESP, Carolina Ambrogini, ginecologista, obstetra e sexóloga especializada em adolescentes, e Carolina Salles, também ginecologista e obstetra da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto.</p>
<p>A atividade deve reunir 370 pessoas, entre jovens e profissionais, e acontece às 11h no Transamerica Expo Center. A entrada é restrita a jovens convidados e a ginecologistas e obstetras já inscritos no congresso.</p>
<hr />
<p>Matéria originalmente publicada no site da ONU Brasil:</p>
<p>https://nacoesunidas.org/fundo-de-populacao-da-onu-apresenta-campanha-em-congresso-paulista-de-ginecologia-e-obstetricia/</p>
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