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	<title>Arquivos Gravidez - Dra. Carolina Ambrogini</title>
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	<description>Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 10 Aug 2024 00:14:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pressão para engravidar atrapalha o sexo dos casais “tentantes”</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/pressao-para-engravidar-atrapalha-o-sexo-dos-casais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 00:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sexo com hora marcada pode ser desanimador para muitos casais heterossexuais, ainda mais se houver a obrigação de acontecer em um determinando momento para não desperdiçar a chance de engravidar. Em meio a burocracias como tabelas de temperatura corporal, gráficos do dia fértil e testes de urina para detectar a ovulação… o desejo sexual é [&#8230;]</p>
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<p>Sexo com hora marcada pode ser desanimador para muitos casais heterossexuais, ainda mais se houver a obrigação de acontecer em um determinando momento para não desperdiçar a chance de engravidar. Em meio a burocracias como tabelas de temperatura corporal, gráficos do dia fértil e testes de urina para detectar a ovulação… <a href="https://carolinaambrogini.com.br/sem-vontade-de-transar/">o desejo sexual é o último a ser lembrado</a>. Aliás, as pessoas “tentantes” costumam ficar um tanto ansiosas e obsessivas quando o objetivo principal (senão exclusivo) do sexo é reproduzir &#8211; e essa pressão de “ter que dar certo” pode ser bastante intimidadora.</p>



<p>Quando um casal quer engravidar, a primeira recomendação é transar em dias intercalados (dia sim, dia não) durante a semana fértil. Nesta fase do mês, a pessoa com vagina teoricamente está ovulando. Mas a própria obrigação de ter relações… pode ser literalmente brochante. A situação piora quando a gravidez não vem após diversas tentativas e o casal inicia algum tratamento para infertilidade. Além de lidar com a frustração e a sensação de impotência, é preciso recorrer a aplicativos sobre ciclo menstrual, exames, medicações e “ordens” médicas.</p>



<p>Por exemplo: no coito programado ou na indução de ovulação por meio de medicamentos hormonais, ginecologistas obstetras monitoram o crescimento do óvulo para dizer a hora apropriada em que se deve ter a relação sexual. Sim, às vezes, a nossa prescrição para o casal é tão direta quanto “façam sexo amanhã de manhã, de preferências às 10h”. Infelizmente nem sempre a libido está disponível também…</p>



<p>Transar, de repente, se torna uma espécie de lição de casa em prol de um projeto de vida familiar. Em meu consultório, vejo com frequência como os tratamentos para engravidar podem gerar desgaste emocional e financeiro. São inúmeros exames (especialmente ultrassonografias em série) e alguns podem ser chatos, dolorosos ou constrangedores &#8211; caso do espermograma, em que o homem deve se masturbar no laboratório e ejacular em um potinho. E não existem garantias de sucesso (leia-se bebê a caminho).</p>



<p>É fundamental que o casal desenvolva intimidade sexual e seja capaz de levar o sexo agendado de forma lúdica e criativa, brincando com a situação para aliviar a tensão. Vocês podem ler um conto erótico antes para despertar a excitação, beijar bastante na boca, trocar massagens sensuais, usar estimuladores de mamilos e clitóris… “Sexo para engravidar” não precisa ser mecânico &#8211; tirar a roupa e abrir as pernas. Além disso, para que o casal permaneça unido neste momento difícil e cheio de expectativas, é essencial praticar também o “sexo por prazer” ao longo do mês.</p>



<p>Isso porque as pessoas “tentantes” tendem a ser tomadas por pensamentos negativos como: “Ela não me deseja em outras fases do ciclo menstrual? Sou um mero reprodutor?”; “Não sou mulher suficiente porque não consigo engravidar”; “Não sou viril o bastante para fazer filhos”. Então é comum que os conflitos apareçam e afastem o casal em um momento em que é de suma importância encontrar amparo na dificuldade de engravidar.</p>



<p>Caso apareçam problemas como disfunção erétil ou baixa de libido, o primeiro passo é sempre o diálogo. A comunicação do casal tentante é super importante, até para que os limites da outra pessoa sejam respeitados. Se a situação ficar crítica, vale buscar ajuda psicológica individual, de casal ou mesmo terapia sexual [nota da editora: entenda como funciona uma sessão]. Não à toa, muitas clínicas de fertilização oferecem este serviço: os tratamentos para a infertilidade costumam bagunçar não apenas os hormônios, mas também as emoções e o relacionamento amoroso.</p>
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		<title>Sexo pós-parto: muito cansaço e pouca libido?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/sexo-pos-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 22:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a vida sexual sofre interferências com a pressão para engravidar (no caso dos “tentantes”) e durante a gravidez, é no período pós-parto que o casal geralmente encontra as maiores dificuldades. O corpo da pessoa gestante se volta para as necessidades do(a) bebê, se transformando em “terra seca” para o exercício da sexualidade. Não sentir [&#8230;]</p>
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<p>Se a vida sexual sofre interferências com a pressão para engravidar (no caso dos “tentantes”) e durante a gravidez, é no período pós-parto que o casal geralmente encontra as maiores dificuldades. O corpo da pessoa gestante se volta para as necessidades do(a) bebê, se transformando em “terra seca” para o exercício da sexualidade. Não sentir desejo, vontade de transar ou se masturbar, é normal e temporário. E pode, sim, se estender para além da chamada quarentena ou resguardo.</p>



<p>Existem diversas razões fisiológicas e psicológicas para a <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/sexo-e-relacionamento/noticia/2019/11/e-normal-a-mulher-perder-o-desejo-sexual-apos-o-nascimento-do-filho-ck36bn3ue01lo01mqs7hi65ig.html">diminuição da libido no puerpério</a>. Em primeiro lugar, o nascimento da criança avisa o cérebro que aquela pessoa não deve engravidar novamente – é hora de cuidar e nutrir quem acabou de chegar ao mundo. Não à toa, o hormônio que proporciona a amamentação (prolactina) inibe a produção de estrogênio, responsável por deixar a vagina úmida e elástica.</p>



<p>Do ponto de vista médico, geralmente as relações sexuais com penetração são liberadas por obstetras em torno de 45 dias após o parto. Mas cada pessoa puérpera deve ser avaliada individualmente. Se a via de parto foi uma cesariana, é possível que ainda haja incômodo na região do abdômen por causa da cicatrização cirúrgica. Em caso de parto normal (vaginal), eventuais cicatrizes de lacerações naturais ou provocadas por episiotomia (corte no períneo) podem gerar desconforto no sexo – mas não devem sangrar!</p>



<p>Pessoas que amamentam costumam se queixar de ressecamento vaginal ou falta de lubrificação, o que pode levar à dor na penetração. Uma solução seria o uso de um lubrificante íntimo para ajudar e apimentar o momento, já que alguns produtos vêm com sabor e sensação de esquenta/esfria. Outras opções são hidratantes vaginais ou hormônios tópicos que não interferem na amamentação (requer prescrição médica). Também vale considerar o sexo sem penetração, afinal dá para ter muito prazer de outras formas.</p>



<p>Mas é fundamental dizer que a retomada da vida sexual após o parto ultrapassa as questões hormonais. O estranhamento com o próprio corpo, as mamas que pingam leite, as noites mal dormidas, o cansaço, a simbiose com o(a) bebê, as inseguranças relativas ao cuidado dele(a), os novos conflitos entre o casal, menos tempo para si e para a parceria… tudo isso colabora para a baixa libido no puerpério e, consequentemente, dificuldade de se excitar e lubrificar e chegar ao orgasmo.<br>A reaproximação sexual do casal deve ser gradativa e respeitar os limites de cada pessoa, ao invés de ser pautada por regras, prazos e pressões. É importante conversar sobre o assunto de forma leve, sem cobranças que atrapalhem (ainda mais) o clima. Nesta fase da vida, o sexo depende muito de uma reorganização da rotina e da disponibilidade mútua para criar um espaço de intimidade erótica. Não espere por um tesão espontâneo como no início do namoro…</p>



<p>Talvez um<a href="https://carolinaambrogini.com.br/3-ideias-de-vale-night-para-o-casal/"> vale night</a> (ou vale algumas horinhas) proporcionado pela rede de apoio? Ou assistir a uma série mais picante juntos depois que a criança dormir? A vontade de transar terá mais chances de surgir a partir de momentos em que o casal conseguir se curtir e conectar sem as conversas monotemáticas sobre o(a) filho(a). É natural que o relacionamento passe por um desequilíbrio com a chegada de uma criança, mas também é possível que &#8211; com paciência e resiliência &#8211; ele se ressignifique e saia fortalecido desse período.</p>
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		<title>Como fica a vida sexual durante a gravidez?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/como-fica-a-vida-sexual-durante-a-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 21:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de todos os tabus e mitos culturais, a gravidez é perfeitamente compatível com uma vida sexual saudável. Transar não faz mal para o bebê, por exemplo. A prática é segura e recomendada, salvo exceções como placenta prévia e risco de parto prematuro. O sexo (com ou sem penetração) reforça o vínculo do casal, a [&#8230;]</p>
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<p>Apesar de todos os tabus e mitos culturais, a gravidez é perfeitamente compatível com uma vida sexual saudável. Transar não faz mal para o bebê, por exemplo. A prática é segura e recomendada, salvo exceções como placenta prévia e risco de parto prematuro. O sexo (com ou sem penetração) reforça o vínculo do casal, a autoestima e o bem-estar da pessoa gestante… Afinal, orgasmos são bem-vindos em qualquer fase da vida.</p>



<p>No início da gravidez, o hormônio progesterona costuma ter uma influência negativa sobre o desejo sexual: ele gera sono excessivo, falta de energia, indisposição. Além disso, os episódios de azia e enjoos são mais frequentes e brocham mesmo… Paciência e diálogo são muito importantes para lidar com uma possível diminuição da libido. Ela é natural e tende a passar com o tempo.</p>



<p><strong><a href="https://carolinaambrogini.com.br/gel-de-testosterona-aumenta-o-desejo-sexual-das-mulheres/">Leia mais: Gel de testosterona aumenta o desejo sexual das mulheres?</a></strong></p>



<p>O hormônio estrogênio vai atuar no sentido oposto à progesterona, aumentando a vontade de fazer sexo. A vulva e a vagina também ficam mais vascularizadas (irrigadas de sangue) conforme o avanço da gestação, o que melhora a lubrificação e favorece a excitação. É comum que gestantes tenham maior sensibilidade íntima, mais prazer sexual e, consequentemente, mais tesão.</p>



<p>Em geral, o segundo semestre de gravidez é a fase ideal para o casal aproveitar uma “lua de mel” antes da chegada do bebê. As náuseas ficaram para trás, há mais disposição física e a barriga ainda não atrapalha muito no sexo. As posições sexuais preferidas das minhas pacientes (mulheres cisgênero) são “por cima” da parceria ou deitada “de lado” na cama. Vale testar as variações que não causam desconforto.</p>



<p>Algumas pessoas grávidas têm dificuldade de se sentir atraentes e sensuais, mas em meu consultório tento incentivá-las a curtir esse corpo com novas curvas – como mamas maiores. Se não for pela beleza estética, que seja pelo poder de gerar dentro de si um outro ser humano. A força de tamanha transformação merece ser celebrada. Essa energia de vida pode se refletir na sexualidade.</p>



<p>Por outro lado, existem parcerias que não conseguem acompanhar o ritmo ou ter desejo sexual pela pessoa gestante. Às vezes, associam a gravidez a uma espécie de momento sagrado e puro que “não combina” com sexo. Homens cisgênero podem ter medo de que a <a href="https://www.gineco.com.br/saude-feminina/gravidez/cuidados-na-gravidez/sexo-na-gestacao#:~:text=O%20sexo%20durante%20a%20gesta%C3%A7%C3%A3o,est%C3%A1%20abrigado%20dentro%20do%20%C3%BAtero.">penetração machuque o bebê</a>, algo que não acontece porque ele está protegido pelo saco gestacional, pelo líquido amniótico e pela espessa musculatura da cavidade uterina.</p>



<p>No terceiro trimestre, o volume e o peso da barriga já representam um incômodo maior entre quatro paredes. Aliás, saiba que ela pode endurecer em uma contração de treinamento logo após a pessoa gestante ter um orgasmo. Isso vale tanto para as relações sexuais quanto para a masturbação solitária. Mas não se preocupe: o estímulo não é constante para desencadear o trabalho de parto.</p>



<p>Todos os tipos de vibradores estão liberados, desde que não existam restrições de saúde. Lembre-se apenas de higienizar os produtos com água e sabonete para evitar infecções. O sexo é permitido até o final da gravidez, desde que não haja contraindicações médicas. Ele é uma importante ferramenta de união e cumplicidade do casal, pode ser praticado independente de penetração (caso ela seja desconfortável ou proibida).</p>



<p>Descobrir novas formas de prazer é sempre muito positivo – ainda mais antes do puerpério, uma fase difícil para a vida sexual. Bom, mas esse é o tema da minha próxima coluna…</p>
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		<title>Pílula do Dia Seguinte: 10 coisas que você precisa saber sobre</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-a-pilula-do-dia-seguinte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 01:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dúvidas sobre o uso da pílula do dia seguinte não costumam surgir durante uma consulta médica de rotina, mas em mensagens desesperadas de pacientes que não estão planejando uma gravidez: “Transamos sem camisinha, estou no período fértil… E agora?” ou “Esqueci de tomar o anticoncepcional algumas vezes no mês e ele gozou dentro. O que [&#8230;]</p>
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<p>Dúvidas sobre o uso da pílula do dia seguinte não costumam surgir durante uma consulta médica de rotina, mas em mensagens desesperadas de pacientes que não estão planejando uma gravidez: “Transamos sem camisinha, estou no período fértil… E agora?” ou “Esqueci de tomar o anticoncepcional algumas vezes no mês e ele gozou dentro. O que eu faço?”. Então, a seguir, vamos tirar as principais dúvidas sobre este método contraceptivo de emergência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">⦁ Quando tomar a pílula do dia seguinte?</h3>



<p>Como o próprio nome diz, em uma emergência, para evitar uma gravidez indesejada. Por exemplo, a camisinha estourou ou você esqueceu de tomar 1 comprimido da pílula anticoncepcional ao longo do mês ou, ainda, em casos de violência sexual. Ela é um recurso contraceptivo importante, porém não deve ser usada de forma regular por sua alta taxa hormonal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">⦁ Como usar?</h3>



<p>Existem dois tipos: um vem em dose única, enquanto o outro é composto por dois comprimidos (um deve ser ingerido logo após a relação sexual e o segundo, após 12 horas). Em ambos os casos, a pílula do dia seguinte deve ser tomada &#8211; no máximo &#8211; até 72 horas após o sexo desprotegido. Quanto mais demorar, menor a eficácia contra uma gravidez indesejada. E, embora seja possível comprar a medicação nas farmácias sem prescrição médica, é indispensável procurar orientação profissional para se certificar de que ela é indicada para o seu caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ A pílula do dia seguinte funciona como um abortivo?</h3>



<p>Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozoide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula do dia seguinte não tem efeito algum.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ Quais os efeitos colaterais?</h3>



<p>O mais frequente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, calcular o período fértil e a data da próxima menstruação será impossível. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. Aliás, em caso de vômito ou diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão da pílula, a dose deve ser repetida. Se você tem um organismo sensível a medicamentos e está com orientação médica, peça a indicação de um remédio contra enjoos para tomar ao mesmo tempo que a pílula do dia seguinte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ Existe contraindicação?</h3>



<p>A pílula do dia seguinte tem poucas contraindicações. Mesmo que a pessoa tenha uma doença grave, o cenário de uma gravidez indesejada é sempre pior. Como esta medicação não tem estrogênio em sua composição, ela não aumenta o risco de trombose. Pessoas obesas ou com cirurgia bariátrica podem ter menor absorção do contraceptivo, reduzindo sua eficácia. E quem tem insuficiência hepática ou renal deve buscar orientação médica antes de usar a pílula do dia seguinte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ Se tomar a pílula do dia seguinte repetidas vezes, ela perde o efeito?</h3>



<p>Não, mas o risco de gravidez aumenta. Quando a pílula do dia seguinte é ingerida até 24 horas depois do sexo desprotegido, sua eficácia gira em torno de 85%. Ou seja, há cerca de 15% de chances de engravidar. Para se ter ideia, em média, esse risco é de 0,1% na pílula anticoncepcional – desde que usada corretamente ao longo de todo o mês.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte?</h3>



<p>Sim. Como todo método contraceptivo, há risco de falha. Depende muito da fase do ciclo menstrual em que a pílula do dia seguinte foi tomada &#8211; se a pessoa já ovulou, ela tem maior chance de falhar. De qualquer forma, quanto mais rápido ingerir (após o sexo desprotegido), menor o risco de gravidez indesejada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ Ela é um método contraceptivo? Posso trocar a <a href="https://carolinaambrogini.com.br/3-dicas-na-hora-de-usar-a-camisinha/">camisinha</a> pela pílula do dia seguinte?</h3>



<p>Não. Ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas pessoas estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais. Além de ser menos eficaz do que uma pílula tradicional. O contraceptivo de emergência também não protege das infecções sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ O uso da contracepção de emergência pode afetar o aparelho reprodutor?</h3>



<p>Pode, pois há um risco (pequeno) de gravidez nas tubas. Se acontecer, a pessoa pode ser submetida a uma cirurgia para retirada da tuba e isto afetar a sua fertilidade futura. Esta é uma das razões pelas quais este tipo de pílula não deve ser usada rotineiramente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><br>⦁ Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação?</h3>



<p>Não. Você terá se protegido somente da relação sexual que aconteceu antes de ter tomado a pílula do dia seguinte. Busque orientação médica para decidir qual método contraceptivo se encaixa melhor na sua vida e nos seus planos.</p>
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		<item>
		<title>Relacionamentos após a chegada dos filhos</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/relacionamentos-apos-a-chegada-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 21:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sensação que sentimos ao ver a imagem da família do comercial de margarina é a de harmonia, talvez por isto nos venha à mente a ideia de perfeição. A palavra é linda, mas manter a harmonia em uma família não é algo tão simples, muito menos quando envolve a criação de filhos. O delicado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação que sentimos ao ver a imagem da família do comercial de margarina é a de harmonia, talvez por isto nos venha à mente a ideia de perfeição. A palavra é linda, mas manter a harmonia em uma família não é algo tão simples, muito menos quando envolve a criação de filhos.</p>
<p>O delicado equilíbrio de um casal é invariavelmente desestabilizado quando um novo integrante nasce, mesmo tendo sido este muito esperado. Todo um rearranjo de funções e códigos precisa ser feito para que surja de novo o equilíbrio.</p>
<p>Os papéis de pai e mãe vem impregnados de nossas próprias referências familiares e culturais nos transformando em pessoas diferentes daquelas que éramos. Por algum tempo, marido e mulher irão orbitar ao redor da criança, maravilhados com aquela intensa forma de amar e lentamente voltam a se olhar, a se reconhecer (ou não) como novos pares.</p>
<p>Não vou querer jogar um balde de água fria na família-margarina idealizada por nós desde sempre, acho que os filhos trazem um laço fortíssimo para o casal, mas seria muito romântica se negasse os conflitos que podem surgir com a chegada deles. É para se assustar? Não, querida leitora, é para ser realista e encarar esta nova fase com calma e naturalidade até que uma nova ordem se estabeleça. Todo casal tem seus pontos de desavenças e educar filhos exige muito jogo de cintura dos dois lados.</p>
<p>Saber que aquela harmonia é conquistada árdua e diariamente com muito diálogo, concessões e tolerância é sabedoria. Vá ao que é essencial para você, gaste sua energia em discussões por coisas importantes e releve as toalhas molhadas em cima da cama. Dê um pouco de liberdade para seu homem, não implique com o futebol e se permita momentos de diversão também. Vocês estão casados e não fundidos um ao outro, cada um precisa ter o seu espaço.</p>
<p>Algumas decepções podem aparecer com a nova conformação familiar. Ele não é aquele paizão que você imaginava? Tente ver o pai que ele pode ser, sem idealizações. Não ajuda com as tarefas de casa? Converse, neste mundo &#8220;moderno&#8221; em que a mulher também trabalha, não há vez para homem preguiçoso ou machão, sinto muito. Vocês só brigam? Faça primeiro uma reflexão sobre os seus pontos fracos e tente conversar ao invés de brigar. Escolha um momento de paz para esta conversa, assuma diante dele suas possíveis falhas e mostre-se aberta para acharem uma solução em conjunto.</p>
<p>Antes de desistir da relação, tente a terapia de casal. Com a ajuda de um terapeuta, a conversa é intermediada com mais neutralidade e várias técnicas podem ser utilizadas para que o casal se reencontre em meio às diferenças.<br />
O convívio diário não é tarefa fácil mesmo para um casal que se ama, mas o final feliz é possível sim, igualzinho aquele do comercial, talvez com uma maquiagem para esconder as olheiras&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Origem do orgasmo feminino</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/origem-do-orgasmo-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 21:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a época de Aristóteles, o orgasmo feminino tem sido assunto de interesse dos estudiosos. Mas, até agora, a ciência ainda não conseguiu responder todas as questões que giram em torno do assunto. Pra ajudar a responder algumas dessas perguntas, colaborei para matéria de saúde da revista VEJA sobre a origem do orgasmo feminino. Você pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a época de Aristóteles, o <strong>orgasmo feminino</strong> tem sido assunto de interesse dos estudiosos. Mas, até agora, a ciência ainda não conseguiu responder todas as questões que giram em torno do assunto. Pra ajudar a responder algumas dessas perguntas, colaborei para matéria de saúde da revista VEJA sobre a origem do orgasmo feminino.</p>
<p>Você pode ler o texto completo <a href="https://veja.abril.com.br/saude/ciencia-explica-a-origem-do-orgasmo-feminino/">clicando aqui.</a></p>
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		<title>Quer sua libido de volta?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/quer-sua-libido-de-volta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 19:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para a maioria dos casais, ter um bebê transforma completamente a vida. Tudo começa pelo número de vezes que você desperta – ele é muito maior do que os momentos em que você, de fato, dorme. Sentar-se à mesa para comer uma refeição quente parece um sonho. E basta um piscar de olhos para que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a maioria dos casais, ter um bebê transforma completamente a vida. Tudo começa pelo número de vezes que você desperta – ele é muito maior do que os momentos em que você, de fato, dorme. Sentar-se à mesa para comer uma refeição quente parece um sonho. E basta um piscar de olhos para que você e seu parceiro se peguem falando sobre a consistência do cocô ou quem será o próximo a trocar a fralda do bebê. Para as mulheres, as mudanças são ainda mais importantes e vão além da exaustão. “A <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dr-Domingos-Mantelli/noticia/2019/04/puerperio-o-que-pode-e-o-que-nao-pode-fazer.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">flutuação hormonal no puerpério</a> pode trazer uma leve tristeza. Ela precisa lidar com um corpo muito diferente daquele que tinha antes da gravidez, e há ainda a <a href="https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Amamentacao/noticia/2019/06/carlos-gonzalez-amamentacao-nao-deve-ter-regras.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pressão pela amamentação</a>. Além da responsabilidade de produzir o leite para alimentar o bebê, amamentar produz um hormônio chamado prolactina, que inibe a ovulação e, consequentemente, o desejo”, explica a ginecologista, obstetra e sexóloga <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/plantao.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Carolina Ambrogini</a>, coordenadora do Projeto Afrodite, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e colunista da CRESCER, mãe de Marina, 11, e Victor, 10.</p>
<p>Por isso, é natural que fazer sexo não esteja na lista de prioridades do seu dia. Mais do que isso. Talvez ter relações com o parceiro demore muito mais do que os 40 dias recomendados pelo obstetra após o parto para a maioria das mulheres. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana, nos Estados Unidos, mostrou que, assim como cada gestação e parto são únicos, a recomendação para <a href="https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Pos-parto/noticia/2019/02/sexo-pos-parto-esqueca-quarentena-cada-mulher-tem-seu-tempo.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">a retomada do sexo também deveria ser</a>. “Há mulheres que se sentem prontas antes da ‘quarentena’ devido ao desejo pessoal e do parceiro, enquanto outras expressam dificuldades em retomar o sexo, incluindo queixas como dor e exaustão por causa dos cuidados com o bebê”, revela a cientista Andrea DeMaria, professora assistente da Faculdade de Saúde e Ciências Humanas.</p>
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<p>Foi assim com a líder de desenvolvimento de carreira Raquel Azevedo de Oliveira, 39 anos, mãe de Lorenzo, 3 anos. “A primeira transa aconteceu cerca de dois meses após o nascimento do meu filho. Eu estava com mais medo do que excitada. Era como se eu estivesse perdendo a virgindade novamente. Além disso, tinha uma carga física, de exaustão mesmo. Mas eu e meu marido estávamos com saudade um do outro e queríamos aquela aventura de adolescente: Olha, Lorenzo dormiu! Vamos aproveitar! Lembro que foi bem incômodo e pedi para ele parar algumas vezes”, conta Raquel.</p>
<p><strong>Novas formas de prazer</strong></p>
<p>Para a psicanalista Mariana Stock, fundadora do Núcleo de Sexualidade Positiva e Bem-Estar Prazerela, mãe de Maria Luiza, 6 meses, a sexualidade se transforma radicalmente após a maternidade, mas ela continua ativa. “Por isso, precisamos mudar a forma como enxergamos o sexo. Sexo não é sinônimo de penetração. Eu costumo brincar que esse é um ato de compaixão das mulheres. Ela tem de estar muito feliz e excitada para fazer aquilo pelo parceiro. E para isso, é preciso entender que nós, mulheres, temos uma vulva antes de ter uma vagina. Parimos pela vagina e, por isso, não dá para ter muita sensibilidade ali. A vulva é o nosso verdadeiro playground e é capaz de nos dar muito prazer”, explica.</p>
<div class="saibamais componente_materia">
<p><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-como-fica-o-sexo-depois-da-maternidade.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora: como fica o sexo depois da maternidade?</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-parte-2-o-cansaco-e-100-vezes-maior-do-que-vontade.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora &#8211; Parte 2: O cansaço é 100 vezes maior do que a vontade</a></li>
<li><a href="https://revistacrescer.globo.com/MaeTambemNamora/noticia/2019/06/maetambemnamora-parte-3-gente-nao-transa-mas-ainda-o-amo-ta-tudo-bem.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#MãeTambémNamora &#8211; Parte 3: &#8220;A gente não transa, mas ainda o amo. Tá tudo bem?&#8221;</a></li>
</ul>
</div>
<p>O processo de redescobrimento do seu corpo e do seu prazer deve começar por você dentro do seu tempo e da sua vontade. “Em vez de pensar em sexo, procure pensar na sexualidade. Aproveite o banho, mesmo que rápido, para se tocar, se masturbar, sentir prazer sem estar relacionado ao outro. É como criar consciência que o seu corpo está ativo”, alerta Mariana.</p>
<p>Foi justamente o caminho que a personal organizer Débora Falangiel, 38 anos, mãe de Eduardo, 5, e Valentina, 2, traçou. Casada há 8 anos, a relação começou a esfriar após o nascimento do segundo filho. “Sinceramente, após um dia de trabalho dentro e fora de casa, a última coisa que eu pensava ao me deitar na cama era em sexo. Com o meu marido, acontecia o mesmo. Resultado: nos perdemos e ficamos sem transar por mais de um ano.</p>
<p>Quando percebi, já nem sequer nos beijávamos ou ficávamos próximos. A falta de sexo virou apenas uma das questões. As conversas eram sempre em torno dos problemas, da falta de grana, da rotina cansativa. Nosso casamento entrou em crise e percebi que precisávamos de ajuda. Procurei um psicólogo e uma terapeuta de casal. Aos poucos, fui entendendo que, antes do casal, eu precisava compreender todos os papéis que eu exercia: de mãe, mulher, profissional, amiga, dona de casa. A partir daí, passei a descobrir o meu corpo, e comecei a ler contos eróticos e a assistir a filmes para programar minha mente para <a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2018/12/sexo-3-coisas-que-podem-ajudar-aumentar-libido.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ter desejo</a>. Também evitava discutir sobre problemas a qualquer hora do dia. Com certeza, isso salvou o meu casamento”, conta Débora.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-3509"><img decoding="async" title="cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02 (Foto: (Foto: Getty Images/Westend61))" src="https://s2.glbimg.com/Zo5uuVaTkaris59XW1ZYCxNFRKU=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2019/06/25/cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02.jpg" alt="cf307-meu-momento-sexo-pos-filhos-02 (Foto: (Foto: Getty Images/Westend61))" /><label class="foto-legenda"> (Foto: Getty Images/Westend61)</label></div>
<p><strong>Eles também sofrem</strong></p>
<p>É fato que muitos homens experimentam a mesma dificuldade. O médico Lee Gettler, da Universidade Notre Dame, em Indiana, nos Estados Unidos, descobriu que a testosterona, hormônio masculino, diminui em até 34% nos homens quando têm seu primeiro filho, o que resulta em uma redução da atividade sexual. O menor nível de testosterona faria com que os homens se tornassem mais ligados à família. Pais de bebês recém-nascidos, com menos de 1 mês, apresentaram níveis especialmente baixos do hormônio. Quedas maiores também foram verificadas naqueles que passavam mais de três horas por dia brincando, alimentando, dando banho, vestindo ou lendo para seus filhos.</p>
<p><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Taynara-Prado/noticia/2017/02/carla-marins-o-machismo-atrapalha-muito-o-relacionamento-mais-ainda-quando-o-casal-tem-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Respeitar esse processo é fundamental</a>. “A sociedade machista em que vivemos pressiona o homem a ter desejo a qualquer custo e a mulher a satisfazer o marido para não perder o casamento”, critica a psicóloga Ana Luiza Fanganiello, mestre em sexualidade pela Unifesp. O caminho é ter paciência, muito diálogo e buscar outras formas de desejo, de cumplicidade e de prazer.</p>
<p>Nem tudo, no entanto, está perdido. “Na maioria dos relacionamentos, ter filhos fortalece o casamento. Passa a existir uma cumplicidade ainda maior entre o casal, a admiração cresce ao descobrir que o seu companheiro também se sai bem no novo papel de pai e mãe. Existe um sentimento caloroso de proteção, afeto e ternura em torno da nova família que se forma, mas ele pode afastar o desejo, o erotismo e a sexualidade. O segredo é unir as forças da cumplicidade e da admiração com o tesão e levar tudo isso para a cama”, explica a sexóloga Samara Marchiori, coach de relacionamento.</p>
<p>O engenheiro de produção Ricardo Manfredo, 38 anos, e a empresária Sandra Xavier, 36, reencontraram o equilíbrio juntos. “Somos casados há 12 anos, e Sandra sempre foi mais ativa sexualmente. Ela me procurava com muita frequência durante a gravidez, quando passei a ter medo de machucar o bebê com a penetração. Ela me mostrou estudos e me mandou o embasamento da obstetra por e-mail, como um convite. Até que me senti confiante e seguimos transando até o fim do segundo trimestre. Com o nascimento da nossa filha, eu enxerguei naquela mulher uma heroína. Ela enfrentou mais de 15 horas em trabalho de parto ativo, sofreu bastante para amamentar e aprendeu a ser mãe de um jeito instintivo e perfeito. É lindo ver como ela consegue exercer esse novo papel de um modo tão natural. Meu tesão aumentou porque eu sinto muito orgulho da mulher que escolhi. Muitas vezes, pareço um idiota, fazendo exatamente as mesmas coisas que ela faz em menos tempo e com muita mais maestria, mas quero que ela também me admire e, por isso, não abro mão das minhas tarefas. <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/09/dia-do-sexo-como-apimentar-relacao-depois-dos-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Nossa vida sexual melhorou</a>. Apesar das relações mais espaçadas, os orgasmos são mais intensos. Percebo que as esbarradas pela casa também ficaram mais interessantes, como uma indireta para mais tarde quando a nossa Liz, 2 anos, finalmente dormir.”</p>
<p><strong>Tudo pode melhorar</strong></p>
<p>Ricardo tem razão. Surpreendentemente, há muitas mudanças físicas após a gravidez que podem <a href="https://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2018/09/dia-do-sexo-como-apimentar-relacao-depois-dos-filhos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">tornar a vida sexual melhor do que antes</a>. “Experiências sensoriais após o parto podem ser mais intensas”, diz a terapeuta sexual Sallie Foley, coautora do livro Sex Matters for Women, A Complete Guide to Taking Care of Your Sexual Self (algo como “Sexo importa para mulheres: um guia completo para cuidar do seu próprio prazer”, em tradução livre), sem previsão de publicação aqui no Brasil. Certas mulheres apreciam a sensibilidade adicional dos seios maiores por conta da amamentação, enquanto outras alegam que, embora os orgasmos levem mais tempo para serem alcançados devido à fadiga, as sensações podem ser mais profundas fisicamente. Há ainda uma especulação que o aumento do fluxo sanguíneo durante a gravidez torne a área genital mais sensível à estimulação permanentemente.</p>
<p>Animou-se? Então, reflita por um instante. Qual foi a última vez que você teve relação sexual? Quando e como você e seu parceiro criaram um clima de romance e sedução para provocar o desejo um no outro? Redescobrir sua sexualidade após a maternidade oferece novas oportunidades para aprofundar sua compreensão de si mesma e explorar novos níveis de intimidade com seu companheiro. Que tal deixar essa postura passiva e buscar o seu deleite? Inclua o prazer na sua rotina como uma diversão, um momento de lazer, de descontração. Sem cobranças, sem culpa, mas sem desculpas.</p>
<hr />
<p style="text-align: center;">Matéria publicada originalmente na Revista Crescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Posso emendar pílula anticoncepcional no verão?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/posso-emendar-pilula-anticoncepcional-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 15:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Só Delas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="article_small_desc">A Menstruação desceu e você já estava se arrumando para praia? Começou a desejar que fosse só um sonho? Em episódios como esse que muitas meninas desejam “parar” a menstruação no verão e, para isso, usam pílula anticoncepcional contínua, ou seja, emendam uma cartela na outra. Mas será que isso é seguro? Para esclarecer melhor se existe algum risco no uso contínuo da pílula, fui convidada pela revista Só Delas para falar sobre o assunto e tirar algumas duvidas.</p>
<div class="post-content the-content">
<p>O Texto completo você pode encontrar na integra <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/emendar-a-pilula-anticoncepcional-no-verao-e-seguro-ginecologista-explica">clicando aqui.</a></p>
</div>
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		<title>Quais são as causas da anemia na gravidez?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/quais-sao-as-causas-da-anemia-na-gravidez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2018 17:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Papo de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O assunto é anemia na gravidez. Mais uma vez vamos falar da importância do pré-natal e o que fazer quando há alguma alteração. A anemia é a falta de ferro no organismo e isso acontece em mais da metade das gestantes. Neste programa, explicamos as causas da anemia, os tratamentos e a importância da alimentação. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto é anemia na gravidez. Mais uma vez vamos falar da importância do pré-natal e o que fazer quando há alguma alteração. A anemia é a falta de ferro no organismo e isso acontece em mais da metade das gestantes. Neste programa, explicamos as causas da anemia, os tratamentos e a importância da alimentação.</p>
<p>Transmitido originalmente no programa Momento Papo de Mãe, da TV Cultura.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VNHogXol8UY&amp;t=101s">Assista aqui.</a></p>
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		<item>
		<title>Além do DIU: 3 métodos contraceptivos para o pós-parto</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/metodos-contraceptivos-para-o-pos-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 20:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TABELINHA: Com uma infinidade de aplicativos, ficou muito mais fácil fazer a antiga tabelinha. Mas vale lembrar que esse método tem taxas de falha de 10% a 15%, mesmo que a mulher tenha ciclo regular. TEMPERATURA CORPORAL: Como ela se eleva até 1 grau no período ovulatório, há vários aplicativos que mesclam os dados do ciclo com [&#8230;]</p>
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</div>
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<div class="ctx_content">
<div class="foto componente_materia midia-largura-640"></div>
<p><strong>TABELINHA:</strong> Com uma infinidade de aplicativos, ficou muito mais fácil fazer a antiga tabelinha. Mas vale lembrar que esse método tem taxas de falha de 10% a 15%, mesmo que a mulher tenha ciclo regular.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-640"></div>
<p><strong>TEMPERATURA CORPORAL: </strong>Como ela se eleva até 1 grau no período ovulatório, há vários aplicativos que mesclam os dados do ciclo com a temperatura, que deve ser checada com um termômetro todos os dias pela manhã.</p>
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<p><strong>CAMISINHA:</strong> O bom e velho preservativo é um método de barreira com taxas de falha de 10%. Mas é o único que protege contra doenças sexualmente transmissíveis.</p>
<hr />
<p>Matéria publicada originalmente na Revista Crescer.</p>
</div>
</div>
</div>
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