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	<title>Arquivos Notícias - Dra. Carolina Ambrogini</title>
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	<description>Site da Dra. Carolina Ambrogini, Ginecologista e Obstetra em São Paulo - SP, Especialista em Saúde Feminina e Sexualidade, consultório na Vila Olímpia.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 Feb 2019 16:35:23 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>3 jeitos de saber que você atingiu o orgasmo</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/3-jeitos-de-saber-que-voce-atingiu-o-orgasmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 20:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Crescer]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Teve uma sensação máxima de prazer, como se uma energia que estivesse represada fosse liberada. Mas, atenção, esse episódio é rápido e dura apenas alguns segundos. Desconectou-se rapidamente do momento e perdeu um pouco do controle do seu corpo e das sensações. Por essa razão, mulheres muito controladoras e ansiosas têm dificuldades em chegar ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content cda-materia">
<div id="materia-parsed-corpo">
<div class="ctx_content protected-content">
<ol>
<li><strong> </strong>Teve uma sensação máxima de prazer, como se uma energia que estivesse represada fosse liberada. Mas, atenção, esse episódio é rápido e dura apenas alguns segundos.</li>
<li>Desconectou-se rapidamente do momento e perdeu um pouco do controle do seu corpo e das sensações. Por essa razão, mulheres muito controladoras e ansiosas têm dificuldades em chegar ao ápice do prazer.</li>
<li>Foi inundada por uma sensação gostosa de relaxamento e bem-estar provocados pelas endorfinas liberadas pelo orgasmo. Dá até um sono bom e você “desmaia”.</li>
</ol>
<p><strong><a href="https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Carolina-Ambrogini/noticia/2019/02/ejaculacao-feminina-ou-xixi-durante-o-orgasmo.html">+ Ejaculação feminina ou xixi durante o orgasmo?<br />
</a></strong></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Ejaculação feminina existe? Significa orgasmos intensos? Toda mulher pode?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/ejaculacao-feminina-existe-significa-orgasmos-intensos-toda-mulher-pode/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2018 03:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marie Claire]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No meio de um amasso quente, enquanto o parceiro a masturbava, a empresária Gisele Freitas, 35 anos, expeliu uma incomum quantidade de líquido da vagina. “Morri de vergonha. Foi um jato tão forte que chegou a molhar a parede. Na hora achei que tivesse feito xixi. Talvez por estar tão excitada, não consegui segurar”, recorda. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="ctx_content protected-content">
<p>No meio de um amasso quente, enquanto o parceiro a masturbava, a empresária <strong>Gisele Freitas</strong>, 35 anos, expeliu uma incomum quantidade de líquido da vagina. “Morri de vergonha. Foi um jato tão forte que chegou a molhar a parede. Na hora achei que tivesse feito xixi. Talvez por estar tão excitada, não consegui segurar”, recorda. Essa transa molhada, que aconteceu dez anos atrás, marcou a vida sexual de Gisele. Sempre que se lembrava do episódio, sentia um misto de tesão e constrangimento. Só bem recentemente, em uma conversa com uma amiga, descobriu que não foi xixi o que saiu do meio de suas pernas, mas ejaculação. “Ela me contou que fez um curso onde aprendeu técnicas para ejacular e me descreveu toda a sensação. Era exatamente o que havia acontecido comigo no passado”, diz. “Fui atrás da tal aula na mesma hora.”</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><img loading="lazy" decoding="async" title="Squirting - Sue Nhamandu é professora no curso siririca molhada (Foto: Coletivo Amapoa)" src="https://s2.glbimg.com/5-y-KnBqw2mQ4UqqyGw2gZyKIXc=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2018/09/27/squirting_marieclare_coletivoamapoa-7.jpg" alt="Squirting - Sue Nhamandu é professora no curso siririca molhada (Foto: Coletivo Amapoa)" width="620" height="413" /><label class="foto-legenda">Sue Nhamandu é professora no curso siririca molhada (Foto: Coletivo Amapoa)</label></div>
<p>Era a oficina imersiva de sexualidade<a href="https://www.eventbrite.com.br/o/carol-teixeira-17524446396"><em> I Love My Pussy</em></a>, criada há um ano pela filósofa e terapeuta tântrica <strong>Carol Teixeira</strong>. Com abordagem feminista e discurso de que “o empoderamento precisa ir além e incluir nossas vaginas”, a aula de Carol – e de várias outras professoras na mesma linha – promete ensinar como chegar às glândulas de skene, a “próstata feminina”. Localizada na entrada do canal vaginal, seria ela a responsável pela ejaculação. Isso se acariciada do jeitinho certo, claro. Há uma espécie de mapa da mina para tentar tamanha façanha – <em>ilustrado abaixo</em>.</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><img loading="lazy" decoding="async" title="Squirting - “Não podemos dizer que as mulheres que ejaculam têm Orgasmos mais intensos” – Carolina Ambrogini, ginecologista (Foto: Coletivo Amapoa)" src="https://s2.glbimg.com/O0sbKIs0hhsGXYRh4SiMQ3rpOCc=/top/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2018/09/27/ilustra.jpg" alt="Squirting - “Não podemos dizer que as mulheres que ejaculam têm Orgasmos mais intensos” – Carolina Ambrogini, ginecologista (Foto: Coletivo Amapoa)" width="620" height="309" /></div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><label class="foto-legenda">“Não podemos dizer que as mulheres que ejaculam têm Orgasmos mais intensos” – Carolina Ambrogini, ginecologista (Foto: Coletivo Amapoa)</label></div>
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<p>Psicanalistas com formação em Tantra (a filosofia indiana que inclui olhar para a sexualidade em busca de uma integração de corpo e mente) apresentam técnicas para chegar lá. Durante imersões, que duram um dia ou até um final de semana inteiro, as demonstrações são in loco, no corpo de uma aluna voluntária ou da própria professora. É o caso de<strong> Sue Nhamandu</strong>, psicanalista e instrutora do workshop <em><a href="https://www.facebook.com/bucetyka/">Siririca Molhada</a></em>, criado há um ano. “Com uma luva cirúrgica, as alunas colocam o dedo dentro da minha vagina e vou indicando onde está a próstata. Algumas também pedem que eu as ajude a encontrar as delas”, explica.</p>
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<h2>RECOMENDADO PARA VOCÊ</h2>
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<p>Antes de pôr a mão na massa, as frequentadoras dessas oficinas passam por um intensivo teórico, cuja finalidade é criar um pacto. Fica combinado que todas ali estarão 100% focadas no próprio prazer – e não em servir a ninguém, mesmo que essa seja a intenção que as levou ao curso. “Infelizmente, o grande interesse das mulheres que chegam a mim querendo ejacular é fazer malabarismo erótico para o parceiro”, conta a psicanalista <strong>Mariana Stock</strong>, idealizadora do curso <em><a href="https://www.facebook.com/pg/prazerela/posts/">O Despertar da Potência Orgástica</a></em>, criado este ano. “É meio parecido com a busca pelo pompoarismo, que vende a ideia de que a vagina fica apertadinha como a de uma virgem para enlouquecer o homem. Com a ejaculação elas também pretendem impressionar.”Nesse objetivo de “agradar o parceiro”, a pornografia dá sua contribuição. Cenas de atrizes tendo gozos ejaculatórios são populares entre a audiência masculina. Na plataforma on-line Pornhub, o “YouTube do pornô”, o termo “squirt” (esguicho) está entre os mais buscados, em filmes que chegam a ter mais de 10 milhões de visualizações. É por isso que nessa etapa inicial, a de desconstrução de conceitos machistas, as alunas entram em contato – e muitas pela primeira vez – com informações sobre clitóris (sabia que ele tem mais de 8 mil terminações nervosas que podem nos proporcionar prazer, enquanto a glande do pênis tem só 4 mil?), além de serem incentivadas a falar abertamente sobre suas vulnerabilidades.<br />
“Desde criança ouvimos ordens do tipo: ‘Feche as pernas, menina!’”, diz Carol Teixeira, do I Love My Pussy. “Não adianta ensinar técnicas de ejaculação sem fortalecer a base emocional dessas mulheres. É preciso que antes de tudo se autorizem a sentir prazer de verdade. Algo que lhes foi negado desde que o mundo é mundo.”</p>
<p>Por mais de uma década, a doula <strong>Jessica Scipione</strong>, 29, teve a vida sexual abalada por uma violência. Aos 14, quando sonhava ser modelo, um fotógrafo a convenceu a posar nua. “Estávamos sozinhos no estúdio quando ele começou a esfregar o pênis em mim. Fugi chorando”, diz. “Dois anos depois, comecei a namorar um cara. Mesmo apaixonada, transar era algo desagradável. Ficamos juntos por nove anos e ele nunca entendeu minha frigidez.” Apesar da ajuda da psicanálise, que frequentou por dois anos, Jéssica seguia traumatizada. Só encontrou “a cura” ao ejacular pela primeira vez em uma sessão individual de massagem orgástica com Mariana Stock, em agosto de 2017. “Quando comecei a gozar, veio uma angústia enorme. Mas me entreguei. Esqueci que era uma mulher ali me tocando com um vibrador e encharquei o edredom.” Desde então, Jessica está mais livre no sexo. “Sinto que passei por uma limpeza espiritual fazendo a imersão.”</p>
<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><img loading="lazy" decoding="async" title="Squirting - “Não adianta ensinar técnicas sem fortalecer o emocional das mulheres” - Carol Teixeira, filósofa e terapeuta tântrica (Foto: Coletivo Amapoa)" src="https://s2.glbimg.com/mokzCKYbQO03OvMtnXvWYd_sebk=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2018/09/27/squirting_marieclare_coletivoamapoa-12.jpg" alt="Squirting - “Não adianta ensinar técnicas sem fortalecer o emocional das mulheres” - Carol Teixeira, filósofa e terapeuta tântrica (Foto: Coletivo Amapoa)" width="620" height="413" /></div>
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<div class="foto componente_materia midia-largura-620"><label class="foto-legenda">“Não adianta ensinar técnicas sem fortalecer o emocional das mulheres” &#8211; Carol Teixeira, filósofa e terapeuta tântrica (Foto: Coletivo Amapoa)</label></div>
<p>Apesar da forma quase religiosa com que algumas de suas alunas descrevem esse ápice de prazer e de a massagem ser inspirada no transcendentalismo do Tantra, Mariana, a condutora do “milagre”, prefere deixar tudo no plano terreno. “O que as mulheres conseguem acessar é biológico. Quando associamos o orgasmo feminino a algo divino, mais uma vez delegamos uma capacidade que é do nosso corpo a outro dono”, esclarece a psicanalista.<br />
Biológico? Então existe comprovação científica de as mulheres podem ejacular? “Não é bem assim. Não há consenso sobre esse fenômeno”, responde<strong> Carolina Ambrogini</strong>, ginecologista e coordenadora do projeto Afrodite, do Ambulatório de Sexualidade da UNIFESP. “O que se sabe é que algumas de nós têm maior propensão a ejacular.” E como se explica a produção do tal fluido e mais, o seu caminho fisiológico no corpo feminino? “Imagine que as glândulas de skene, duas bolinhas responsáveis pela produção da secreção, são contraídas pelos músculos do orgasmo. Então, os ductos das glândulas transportam essa secreção para a uretra, que libera a ejaculação.”</p>
<p>Preocupada com o surgimento de mais uma opressão feminina, “a de que não basta gozar, agora tenho que ejacular”, Carolina chama atenção para um erro comum quando pensamos em mulheres ejaculando: “Não é ‘um tipo de orgasmo’. Também não podemos dizer que as mulheres que ejaculam têm orgasmos mais intensos – algumas podem ter um orgasmo inesquecível e não ejacular”.</p>
<p>Coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a psiquiatra e sexóloga <strong>Carmita Abdo</strong> afirma que “ejaculação feminina” é um tema controverso entre a comunidade médica, que se divide em acreditar no fenômeno e invalidá-lo completamente. “Precisamos estudar mais a anatomia do prazer feminino para termos uma verdade universal sobre mulheres ejaculando. Enquanto isso não acontece, contamos com a experiência dos consultórios, que mostra, sim, pacientes chegando lá.”</p>
<p>Uma das poucas informações com respaldo científico que se tem sobre o tema é a de que há enzima PDE5 – a mesma associada à ejaculação masculina – no genital feminino. Segundo um estudo feito na Itália, na Universidade de Aquila, essa substância está concentrada nas glândulas de skene, situadas na entrada do canal vaginal, bem próximo à uretra. Desde a descoberta, de 2002, esse par de glândulas passou a ser chamado de “próstata feminina” e seria o agente ligado à nossa capacidade de ejacular, quando estimulado. O que não muda o fato do squirt ser visto pela comunidade médica como um fenômeno raro.</p>
<p>Caso da fisioterapeuta pélvica <strong>Monica Lopes</strong>, membro da Associação Brasileira de Sexualidade Humana. Para ela, é mais comum que o excesso de líquido expelido pela vagina durante um orgasmo esteja relacionado a um caso de bexiga hiperativa ou a uma incontinência urinária coital. Monica também critica a forma “nociva” com que a pornografia retrata o squirt. “Quando há ejaculação o líquido escorre da vagina. Não é um jorro com toda aquela intensidade”, diz. “Temos caminhos para gozar, e ejacular é apenas um. Funcionamos diferentemente dos homens, e essa ideia de querer ejacular como eles pode se tornar mais um peso na vida sexual da mulher, que muitas vezes não consegue nem ter um orgasmo.”</p>
<p>Desde que começou a tomar um antidepressivo, a professora <strong>Bruna Romero</strong>, 30, tem sofrido para gozar. “Com o remédio, só fico excitada no meu período fértil.” Bruna ficou sabendo do workshop Siririca Molhada pelo Facebook e se interessou. “Minha neura era ter de ficar pelada entre desconhecidas.” Nua ela não ficou. Mas participou de atividades conduzidas por Sue. Na “carimbo-vulva”, as alunas passam tinta de beterraba (você sabe onde) para depois sentarem em uma folha de sulfite. O objetivo é imprimir o mapa do próprio genital no papel. Em “meditaçõesmasturbativas”, mulheres se masturbam após escreverem e lerem em voz alta o último sonho erótico que tiveram. Bruna ainda não conseguiu ejacular, mas viu uma colega ao lado chegar lá no curso. Agora, tem tentado obter êxito na “siririca molhada” sozinha.</p>
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		<item>
		<title>Fumar interfere no anticoncepcional?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/fumar-interfere-no-anticoncepcional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 13:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://carolinaambrogini.com.br/?p=9684</guid>

					<description><![CDATA[<p>A associação entre tabagismo e a utilização de um anticoncepcional que contém estrogênio em sua fórmula aumenta os riscos de doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e trombose venosa, dado que a nicotina estimula a agregação das plaquetas, favorecendo a formação de coágulos nas artérias, e o estrogênio pode provocar a formação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A associação entre tabagismo e a utilização de um anticoncepcional que contém estrogênio em sua fórmula aumenta os riscos de doenças cardiovasculares, como ataque cardíaco, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e trombose venosa, dado que a nicotina estimula a agregação das plaquetas, favorecendo a formação de coágulos nas artérias, e o estrogênio pode provocar a formação de placas nos vasos sanguíneos.<br />
A melhor opção sempre é abandonar o cigarro, mas caso não seja possível, é recomendável que a mulher utilize outros métodos contraceptivos que não possuem estrogênio em sua composição para evitar possíveis complicações, como os métodos de longo prazo, sendo eles o DIU hormonal, o DIU de cobre, implante ou a minipílula (método de curto prazo), que não possuem estrogênio em sua composição.</p>
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		<item>
		<title>Iniciando a vida sexual agora? 5 coisas que você precisa saber</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/iniciando-a-vida-sexual-agora-5-coisas-que-voce-precisa-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2018 18:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter responsabilidade e controle do próprio corpo é importante e ajuda a se prevenir de muitos problemas. Quando a menina inicia a vida sexual, esses cuidados são ainda mais necessários. Conhecer bem o próprio ciclo menstrual, prestar mais atenção no sinais que seu corpo dá, entender como se prevenir de uma gravidez indesejada e tirar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="article_small_desc">Ter responsabilidade e controle do próprio corpo é importante e ajuda a se prevenir de muitos problemas. Quando a menina inicia a vida sexual, esses cuidados são ainda mais necessários. Conhecer bem o próprio ciclo menstrual, prestar mais atenção no sinais que seu corpo dá, entender como se prevenir de uma gravidez indesejada e tirar dúvidas com um profissional de saúde para que você tenha uma vida saudável são alguns dos itens desse lista. Separamos 5 dicas que você precisa saber a partir de agora!</div>
<div class="article_desc">
<h2>Algumas doenças podem ser transmitidas através do sexo</h2>
<p><a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/dst-ginecologista-comenta-quais-sao-as-doencas-mais-perigosas-e-como-se-prevenir">As DSTs, como são chamadas as doenças sexualmente transmissíveis</a>, são complicações causadas por vírus, bactérias e outros microorganismos que são transmitidos durante a relação sexual sem proteção. Essas doenças possuem diferentes graus de gravidade e geralmente são manifestadas através de bolhas, verrugas, feridas, corrimentos <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/toda-mulher-tem-odor-vaginal-sera-que-eles-indicam-algum-problema-de-saude-veja-as-respostas-de-uma-ginecologista">e odor vaginal muito forte</a>. As mais conhecidas são: AIDS, HPV, herpes, tricomoníase, clamídia e gonorréia, mas também existem outros tipos.</p>
<p>Caso o parceiro esteja infectada e vocês não estiverem usando camisa, você também pode ser infectada. Por isso, o uso do preservativo é indispensável em qualquer relação sexual, tá?</p>
<h2>Existem diversos tipos de métodos contraceptivos</h2>
<p>Se você já foi ao ginecologista provavelmente ele já deve ter falado sobre a importância do método contraceptivo para prevenir a gravidez indesejada. <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/as-principais-duvidas-sobre-camisinha-respondidas-por-um-ginecologista">Existem métodos de barreira como a camisinha</a> e o DIU, pílula anticoncepcional, injeção anticoncepcional, entre outros. Converse com seu ginecologista e, juntos, vocês devem escolher o método mais indicado para o seu organismo e estilo de vida.</p>
<h2>O clitóris é responsável por potencializar o orgasmo feminino</h2>
<p><a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/o-que-e-o-clitoris-entenda-mais-sobre-essa-regiao-da-vagina">O tão falado clitóris é um órgão bem pequenininho localizado na abertura superior da vagina</a> e tem como única função dar prazer sexual à mulher. Ao ser estimulado, ele ajuda a estimular o orgasmo e fazer com que você chegue lá mais rápido. Então, agora é só localizá-lo e conversar com seu parceiro como ele pode te surpreender ainda mais.</p>
<h2>A higiene íntima após a relação sexual é fundamental</h2>
<p>Depois da relação sexual, o primordial é ir ao banheiro urinar, explica a ginecologista Carolina Ambrogini: “É necessário para  que possíveis bactérias que tenham entrado na bexiga durante a relação sexual sejam eliminadas, evitando um possível infecção urinária”. Se for possível, <a href="https://www.sodelas.com.br/noticia/saiba-por-que-e-importante-fazer-a-higiene-intima-apos-relacoes-sexuais">a médica também recomenda fazer uma higienização da área íntima após a relação</a>: “Deve-se lavar externamente com água, mas sem realizar a ducha vaginal, pois esta pode impulsionar bactérias sexualmente transmissíveis para dentro do útero”, alerta.</p>
<h2>Suas visitas ao ginecologistas precisam ser regulares</h2>
<p>Agora que você iniciou a vida sexual, ir ao ginecologista com regularidade torna-se mais importante. O exame preventivo feito pelo médico, por exemplo, é fundamental para prevenir o câncer do colo do útero e identificar possíveis DSTs.</p>
</div>
<p>O post <a href="https://carolinaambrogini.com.br/iniciando-a-vida-sexual-agora-5-coisas-que-voce-precisa-saber/">Iniciando a vida sexual agora? 5 coisas que você precisa saber</a> apareceu primeiro em <a href="https://carolinaambrogini.com.br">Dra. Carolina Ambrogini</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>3 mitos e verdades sobre escapes de urina</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/3-mitos-e-verdades-sobre-escapes-de-urina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 17:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma em cada quatro pessoas acima de 40 anos tem escape de urina. Apesar de ser comum, ainda é tabu para muita gente. Já está na hora de desmistificar este assunto. Os escapes de urina tem a ver com a idade? Mito. Eles podem acontecer em pessoas de ambos os sexos e em qualquer faixa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://carolinaambrogini.com.br/3-mitos-e-verdades-sobre-escapes-de-urina/">3 mitos e verdades sobre escapes de urina</a> apareceu primeiro em <a href="https://carolinaambrogini.com.br">Dra. Carolina Ambrogini</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" title="3 mitos e verdades sobre escape de urina" width="1080" height="810" src="https://www.youtube.com/embed/vyynvQ3lY8E?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Uma em cada quatro pessoas acima de 40 anos tem escape de urina. Apesar de ser comum, ainda é tabu para muita gente. Já está na hora de desmistificar este assunto.</p>
<h3>Os escapes de urina tem a ver com a idade?</h3>
<p>Mito. Eles podem acontecer em pessoas de ambos os sexos e em qualquer faixa etária. No entanto, eles são mais comuns em mulheres acima dos 40 anos.</p>
<p>Os escapes acontecem devido a enfraquecimento dos músculos do assoalho pélvico que sustentam a bexiga.<br />
As mulheres que tiveram diversos partos ou que estão acima do peso e que praticam atividade física de alta intensidade tem maior propensão para esta condição.</p>
<h3>Existem diferentes níveis de escape de urina?</h3>
<p>Os escapes podem acontecer desde pequenas gotinhas quando você tosse ou espirra, ou quando vai brincar com o seu filho na cama elástica, ou quando você pega pesado na academia, até serem mais volumosos e frequentes.</p>
<p>O importante é você conhecer o seu corpo, entender como os escapes funcionam, para buscar melhores soluções pra essa condição.</p>
<h3>Quem tem escapes de urina precisa mudar de estilo de vida?</h3>
<p>Mito. A cada dez mulheres que tem escape, nove são ativas, ou sejam, trabalham, são sexualmente ativas, tem vida social, portanto elas não precisam mudar o estilo de vida delas.</p>
<p>É só buscar soluções que melhor se adequam a essa condição, como por exemplo, produtos específicos que absorvem os escapes, exercícios e até mesmo algumas cirurgias.</p>
<p>Viu só? Não precisa se privar das coisas boas da vida por conta dos escapes de urina. O importante é conversar abertamente com seu médico ou com quem você mais confia. Com certeza existe uma solução para você.</p>
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		<title>Minha menstruação dura pouco tempo e o sangue não é vermelho. É normal?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/minha-menstruacao-dura-pouco-tempo-e-o-sangue-nao-e-vermelho-e-normal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 02:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cosmopolitan]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha menstruação dura pouco tempo e o sangue não é vermelho. É normal? Esse é um padrão menstrual típico de quem usa contraceptivos hormonais, já que eles promovem um menor crescimento do endométrio – a parte interna do útero que descama na menstruação. Dessa forma, no período menstrual, tem pouco tecido para descamar, e o sangue [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="article-title">Minha menstruação dura pouco tempo e o sangue não é vermelho. É normal?</h1>
<p>Esse é um padrão menstrual típico de quem usa contraceptivos hormonais, já que eles promovem um menor crescimento do endométrio – a parte interna do útero que descama na <a href="https://cosmopolitan.abril.com.br/tudo-sobre/menstruacao/"><strong>menstruação</strong></a>. Dessa forma, no período menstrual, tem pouco tecido para descamar, e o sangue sai marrom e em pequena quantidade, tipo borra de café.</p>
<p>Isso não representa um problema, mesmo se você não usar nenhum método hormonal. Não significa que seu útero está doente, que você está perto de entrar na menopausa ou que não poderá ter filhos, fique tranquila.</p>
<hr />
<p>Texto originalmente publicado no site da Revista Cosmopolitan Brasil.</p>
<p>Crédito da imagem: Think Stock/Think Stock/Getty Images</p>
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		<title>É normal sentir dor durante o orgasmo?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/e-normal-sentir-dor-durante-o-orgasmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2018 19:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cosmopolitan]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É normal sentir dor durante o orgasmo? O sexo não é para ser doloroso em nenhuma etapa, desde a penetração até o orgasmo. É raro, mas existem mulheres que sentem uma dor de cólica no baixo-ventre após o orgasmo, pois ele provoca a contração do útero. Algumas doenças precisam ser investigadas, como miomas uterinos, varizes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>É normal sentir dor durante o orgasmo?</h1>
<p>O sexo não é para ser doloroso em nenhuma etapa, desde a penetração até o orgasmo. É raro, mas existem mulheres que sentem uma dor de cólica no baixo-ventre após o orgasmo, pois ele provoca a contração do útero.</p>
<p>Algumas doenças precisam ser investigadas, como miomas uterinos, varizes pélvicas e endometriose. No entanto, mulheres com o útero normal podem descrever essa dor com uma intensidade variável.</p>
<p>É importante você procurar seu ginecologista e relatar essa queixa para que ele investigue a fundo sua questão. Geralmente essa dor melhora com o uso de medicações para cólicas (antiespasmódicos), ingeridas 30 minutos antes da <b class="wsl-anchor wsl-retention-link" title="" data-wsl-format="2" data-wsl-dfp-href="https://adclick.g.doubleclick.net/pcs/click?xai=AKAOjssxVAcyHYBX52IJe9mgm-I-QYVXhwBSaXhDlN_tsixGfAUEMLQ6O8l26RboXj6Q86OjD5rpfqSPQFMlNdLhAxHIQT5maBBKA4qwvShDGuAKLT5mC2PnjWW0qQcD923h54z5RSBSkfk1c7C39PnMd8Hh3ZZMmt8xmD4i6iGNqrEpu9Ci5qAq18oaiDeGaZ_GnUypLwbdtg-b6AtuPy-fwWXN-7eGsh3f3_jmg5h4saZpDQBTO7w&amp;sig=Cg0ArKJSzKhZsaraCJs7EAE&amp;urlfix=1&amp;adurl=https%3A%2F%2Fcosmopolitan.abril.com.br%2Famor-e-sexo%2Fpum-vaginal-e-normal%2F" data-wsl-dfp-ad-unit-name="adunit4P5640c9d5376a3826" data-wsl-dfp-targeting="{" data-wsl-uid="2837874223831724" data-wsl-embed="{">relação sexual</b>. Mas lembre-se: você sempre deve buscar o aval do seu médico antes de usá-las.</p>
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		<title>Licença-Maternidade aumenta para 6 meses em 2018</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/licenca-maternidade-aumenta-para-6-meses-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2018 19:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A licença-maternidade aumentará de período. Para trabalhadores em regime de CLT deve passar de 120 para 180 dias. Além disso, permite ao pai acompanhar a mãe em exames durante a gravidez. A proposta foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em regime terminativo e segue agora para análise da Câmara dos Deputados. Fonte: Senado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A licença-maternidade aumentará de período. Para trabalhadores em regime de CLT deve passar de 120 para 180 dias. Além disso, permite ao pai acompanhar a mãe em exames durante a gravidez.</p>
<p>A proposta foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em regime terminativo e segue agora para análise da Câmara dos Deputados.</p>
<hr />
<p>Fonte: Senado Federal  (publicação no perfil oficial no instagram @senadofederal no dia 04/04/2018.</p>
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		<title>O DIU altera a libido?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/o-diu-altera-a-libido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 22:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde da Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O DIU altera a libido? Não, o DIU hormonal e DIU de cobre não alteram a libido. O DIU hormonal, por ter ação local, não afeta a ovulação e os hormônios naturalmente produzidos pela mulher, que podem ter influencia na sexualidade. Estudos que compararam o DIU hormonal com o DIU de cobre (que não tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>O DIU altera a libido?</h1>
<p>Não, o DIU hormonal e DIU de cobre não alteram a libido. O DIU hormonal, por ter ação local, não afeta a ovulação e os hormônios naturalmente produzidos pela mulher, que podem ter influencia na sexualidade.<br />
Estudos que compararam o DIU hormonal com o DIU de cobre (que não tem nenhum hormônio) não demonstraram haver impacto na função sexual.<br />
Outros estudos demonstram que, após a inserção, as mulheres apresentaram uma melhora nos parâmetros de qualidade de vida e da função sexual.</p>
<p><strong>Fontes:</strong><br />
• Skrzypulec V, Drosdzol A. Evaluation of quality of life and sexual functioning of women using levonorgestrel-releasing intrauterine contraceptive system-Mirena. Coll Antropol. 2008 Dec;32(4):1059-68.<br />
• Enzlin P, Weyers S, Janssens D, et al. Sexual functioning in Women using Levonorgestrel-releasing Intrauterine Systems as compared to Copper Intrauterine devices. J Sex Med. 2012;9:1065-73<br />
• Bastianelli C, Farris M, Benagiano G. Use of the levonorgestrel-releasing intrauterine system, quality of life and sexuality. Experience in an Italian family planning center. Contraception. 2011;84:402-408</p>
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		<title>O que é TDPM?</title>
		<link>https://carolinaambrogini.com.br/o-que-e-tdpm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 18:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é TDPM? TDPM significa Transtorno Disfórico Pré-Menstrual. A semelhança entre TPM e TDPM é que acontecem e terminam no mesmo período. A diferença é a intensidade dos sintomas e a natureza mais psíquica dos sintomas de TDPM e mais físicas na TPM. Assista aqui a matéria na íntegra exibida no programa Bem Estar da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que é TDPM?</p>
<p>TDPM significa Transtorno Disfórico Pré-Menstrual.</p>
<p>A semelhança entre TPM e TDPM é que acontecem e terminam no mesmo período. A diferença é a intensidade dos sintomas e a natureza mais psíquica dos sintomas de TDPM e mais físicas na TPM.</p>
<p>Assista <a href="http://g1.globo.com/bemestar/videos/t/edicoes/v/entenda-o-que-e-a-tdpm/6444363/">aqui a matéria na íntegra</a> exibida no programa Bem Estar da Rede Globo no dia 24/01/2018, com a participação da Dra. Carol Ambrogini.</p>
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